terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

AMOR, ETERNO RETORNO (conto completo) – Labirinto Circular – Fabio Shiva – Audiolivro - Audiobook


 

https://youtu.be/k-r5_f4q82E

 

 

Desejamos que você tenha uma boa experiência com esse audiolivro!

 

Conto:

AMOR, ETERNO RETORNO

Autor: Fabio Shiva

Primeira publicação: 2016

Livro: Labirinto Circular

Gênero: Literatura Fantástica

 

Informações sobre essa publicação:

 

Finalmente disponível em e-book o livro duplo dos contos de Fabio Shiva. Os contos aqui presentes foram originalmente publicados com cada metade impressa de ponta cabeça com relação à outra, de forma que a capa de um livro era a contracapa do outro. O livro organizado dessa forma expressa a ideia dos contos estruturados como seis pares de “opostos espelhados”. As histórias têm como fio condutor a polarização entre o Olhar e a Consciência, representados nas capas dos dois livros como as pupilas sobrepostas em ISSO TUDO É MUITO RARO e o cérebro em LABIRINTO CIRCULAR. Cada um dos contos trata de um tema específico, que é abordado de forma totalmente diferente em seu reflexo distorcido no “alter livro”.

 

 

LABIRINTO CIRCULAR

https://www.amazon.com.br/Labirinto-Circular-Fabio-Shiva-ebook/dp/B09MSVN9GZ

 

O ARMAZÉM – inquietante visita ao purgatório dos escritores suicidas (tema: Sobrenatural).

SOM ALTO – uma solução drástica para o incômodo vizinho que gosta de ouvir música ruim no volume máximo (tema: Assassinato).

AMOR, ETERNO RETORNO – hilariante evidência de que tudo é relativo, até o amor (tema: Carta).

DA ARTE DE CHUPAR (O) PICOLÉ – peça de teatro surreal sobre bizarras questões sexuais (tema: Literatura).

BACKUP – isso nunca aconteceu durante uma invasão reptiliana (tema: Ufologia).

O MINIBARATA – narrativa épica de baratas mutantes que adquirem inteligência em pleno apocalipse zumbi (tema: Saga).

 

 

ISSO TUDO É MUITO RARO

https://www.amazon.com.br/Isso-Tudo-%C3%89-Muito-Raro-ebook/dp/B09MSWTTBP

 

EU, GAMEBOY – uma experiência definitiva de simulação de realidade (tema: Sobrenatural).

A MARCA – o estigma do crime de morte presente na humanidade desde tempos imemoriais (tema: Assassinato).

MENSAGEM DENTRO DE UMA GARRAFA PET – relato de uma vida diante do fim do mundo (tema: Carta).

1% – a aventura de um escritor genial prestes a escrever sua obra-prima (tema: Literatura).

ANGÉLICA E AS FADAS – a versão extraterrestre de “O Patinho Feio” (tema: Ufologia).

ISSO TUDO É MUITO RARO – spin-off de “O Sincronicídio: sexo, morte & revelações transcendentais”, que traz um concurso de discursos regado a vinho e xadrez (tema: Saga).

 

Histórias para mentes inquietas e questionadoras e que abordam, cada uma a seu modo, alguns dos antagonismos essenciais: Amor e Morte, Cotidiano e Fantástico, Concreto e Absurdo.

 

#audiolivro

#audiobook

 

domingo, 18 de fevereiro de 2024

PARA O BUSCADOR DE SI MESMO, A POESIA É A BÚSSOLA, O PÉ E A ESTRADA

 


Resenha do livro “DESMELODIA POÉTICA”, de Rosalvo Abreu

Há tempos venho testemunhando com muito gosto a jornada poética do querido Rosalvo Abreu em suas postagens nas redes sociais, especialmente no grupo “Cura Poética”, do WhatsApp, onde ele vem nos brindando com poemas quase diários, sempre muito reflexivos e autênticos. Por isso foi uma alegria luminosa encontrar um exemplar da “Desmelodia Poética” no Cantinho dos Livros (espaço para doação e troca de livros no Mercado Municipal de Itapuã).


Ao terminar a leitura, confirmei o que eu já sabia: Rosalvo Abreu é meu tipo favorito de poeta. Há quem veja na Poesia um mero exercício da vaidade, por meio da exibição de habilidades (reais ou imaginárias): esse é meu tipo menos favorito de poeta. Há também quem se faça poeta apenas como forma de escorrer para o mundo suas melosidades internas: desse tipo também gosto menos. Mas há quem busca a Poesia com um intenso anseio e uma fé profunda, como quem persegue um farol na tempestade, como quem se perdeu na noite escura e chora por encontrar o caminho de volta para casa. Há quem sente na Poesia uma magia inegável (ainda que por vezes incompreensível) que permite devassar, ao menos por um instante, o véu do Mistério. Há quem escreve poemas como um aprendiz de feiticeiro, visando ajuntar símbolos mágicos que permitam descobrir o sentido da vida. Rosalvo Abreu é esse tipo de poeta.

Em cada poema de Rosalvo percebemos a Poesia fluindo como um canal de expressão para compreender a si e ao mundo, como nesses versos de “Saudade”:

“Sinto um aperto na alma.

Nesse instante, acontece algo

No meu olhar para o mundo.

Preciso melhorar!

O humano que existe em mim

É insuficiente...”

Às vezes o olhar do poeta se volta para aparentes insignificâncias do mundo externo, como nesses versos de “Encanto”:

“Estou cheio das coisas úteis...

Quero saber como morrem as formigas...

Não as matadas,

Destas eu já vi tantas,

Mas as morridas...

Nunca vi uma.”

Mas é sempre a fundamental jornada do Gnothi Seauton (“Conhece-te a ti mesmo”) que move a pena do poeta, como bem expressam essas linhas de “Consumo do Eu”:

“Não quero levar sobras comigo.

Quero a minha totalidade útil, agora.

Dependo do outro para exercer minha função existencial.

E o meu viver bem depende disto.

Preciso me acabar aqui.”

E a cada passo nessa busca de si mesmo, ao fazer da Poesia uma cartografia da alma, o poeta nos auxilia a cada um de nós em nossa própria jornada. E que assim seja.


 

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!

Disponível gratuitamente no link abaixo:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/6446934

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.

https://youtu.be/UUm0XQfaslM


 

 

domingo, 11 de fevereiro de 2024

O IRRECONHECÍVEL BIGODÃO DE HERCULE POIROT DÁ A PISTA: “NÃO É A MÃMÃE!”

 


Resenha do livro “OS CRIMES DO MONOGRAMA”, de Sophie Hannah (escrito em nome de Agatha Christie)

Abandonar um livro é uma decisão difícil. Sempre bate um inexplicável sentimento de fracasso, de derrota. É algo como sair de um relacionamento tóxico sentindo culpa por não ter se esforçado o suficiente para fazer a relação funcionar...

Algumas pessoas são paranoicas com isso e não conseguem sequer pensar na possibilidade de abandonar um livro. Leem com os olhos pingando sangue, mas não largam o bicho antes de chegar na última página. Outros são surpreendentemente indiferentes a terminar ou não uma leitura. Se o livro não seduz apaixonadamente, é largado antes da página 10, porque a fila anda...

Posso dizer que, como leitor, procuro me situar entre esses dois opostos. Não largo um livro por qualquer besteira, também não me obstino a ler até o fim a qualquer custo. Mas sempre sofro quando tenho que chegar a essa triste decisão a que cheguei com “Os Crimes do Monograma”, que fechei em definitivo na página 66.


Antes dessa decisão, como último recurso, fui pesquisar a respeito da autora Sophie Hannah, sobre quem caiu essa grande responsabilidade de emular o estilo inconfundível (e, agora creio, inimitável) de Agatha Christie, e de fazer isso ressuscitando um dos maiores personagens da Dama do Crime: o detetive belga Hercule Poirot, com seu bigodão, suas frases em francês e a sua paixão por simetria.

Para os fãs de Agatha Christie que ainda não leram “Os Crimes do Monograma”, não estou cometendo spoiler ao dizer que tudo o que encontrarão de Poirot nesse livro foi resumido na frase anterior. De resto, nosso querido está absolutamente irreconhecível: anda para lá e para cá numa agitação incompreensível, salta para conclusões sem a menor lógica, parece à beira de um ataque de nervos. Em suma, alguém que diz ser Hercule Poirot, que recebe o aval dos herdeiros de Agatha Christie para ser chamado assim, mas que um verdadeiro fã só poderia chamar (com muita educação) de impostor...

Pior ainda é o coadjuvante que Sophie Hannah inventou para o seu Poirot: o policial Edward Catchpool, um sujeito tão sensível que, ao ser encarregado de um tríplice homicídio, vai para casa sem tomar nenhuma providência de investigação, pois sofreu um trauma de infância e não aguenta ficar na mesma sala que um cadáver. Ao ler esse trecho, confesso que fiquei intrigado com a motivação da autora em criar um personagem que não suporta ver gente morta e que mesmo assim decide ser policial. Mas muito mais intrigado fiquei tentando atinar no motivo de enfiar essa complicação tão desnecessária num crime já excessivamente complicado.

Pois essa parte é a pior, infelizmente: o assassinato descrito em “Os Crimes do Monograma” é inverossímil ao ponto de ser enfadonho. Lembro de ter lido em Agatha Christie assassinatos extremamente elaborados, que só poderiam existir em um romance policial. Contudo a parte complicada era a explicação da mecânica do assassinato, não o crime em si. Tudo é exagerado, cheio de detalhes desinteressantes. Uma chatice só. Exatamente o contrário do que se esperaria encontrar em um romance de Agatha Christie.


A impressão geral da leitura foi a de que se tratava de uma espécie de farsa, uma paródia burlesca com caricaturas exageradas, cuja intenção (fracassada) era a de fazer rir pelo ridículo. Lá pela página 50 me convenci de que não iria ficar melhor que aquilo. E foi quando decidi pesquisar sobre Sophie Hannah, que descobri ser uma aclamada autora de romances policiais best-seller. Para ser justo com a autora, pretendo ler algo dessa sua safra pessoal no futuro. Mas da próxima vez que eu sentir saudades de Agatha, vou ler pela segunda, terceira ou quarta vez algum dos incríveis livros que a Dama de fato escreveu.


  

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

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O SINCRONICÍDIO: Sexo, Morte & Revelações Transcendentais – Fabio Shiva

Leia o PDF grátis:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7847612

Para celebrar o seu décimo aniversário, a Caligo Editora está disponibilizando gratuitamente o PDF do romance policial “O SINCRONICÍDIO: sexo, morte & revelações transcendentais”, de Fabio Shiva. Lançado em 2013, o livro chama atenção pela originalidade da trama, que mistura xadrez e I Ching.

“E foi assim que descobri que a inocência é como a esperança. Sempre resta um pouco mais para se perder.”

Haverá um desígnio oculto por trás da horrenda série de assassinatos que abala a cidade de Rio Santo? Apenas um homem em toda a força policial poderia reconhecer as conexões entre os diversos crimes e elucidar o mistério do Sincronicídio. Por esse motivo é que o inspetor Alberto Teixeira, da Delegacia de Homicídios, está marcado para morrer.

“Era para sermos centelhas divinas. Mas escolhemos abraçar a escuridão.”

Suspense, erotismo e filosofia em uma trama instigante que desafia o leitor a cada passo. Uma história contada de forma extremamente inovadora, como um Passeio do Cavalo (clássico problema de xadrez) pelos 64 hexagramas do I Ching, o Livro das Mutações. Um romance de muitas possibilidades.

Leia e descubra porque O Sincronicídio não para de surpreender o leitor.

 

Livro físico:

https://bit.ly/43G7Keq

 

E-book:

https://www.amazon.com.br/dp/B09L69CN1J

 

Book trailer:

http://youtu.be/Vr9Ez7fZMVA


 

Baixe o PDF gratuitamente:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7847612

 

domingo, 4 de fevereiro de 2024

O MUNDO SERIA MELHOR SE OS HOMENS SEGUISSEM AS LEIS DE ASIMOV

 


Resenha do livro “EU, ROBÔ”, de Isaac Asimov

Já perdi a conta de quantas vezes li os contos desse livro tão fundamental para a ficção científica. E não somente para a ficção: Isaac Asimov foi o primeiro a utilizar a palavra “robótica”, que hoje é uma ciência reconhecida e cada vez mais importante para a nossa sociedade. E até bem mais que isso: Asimov foi certamente uma das maiores influências na concepção de como seria a vida em ambientes onde a humanidade interagisse com seres dotados de Inteligência Artificial. Como hoje o tema da IA é imprescindível em qualquer reflexão sobre nossas perspectivas de futuro, achei que seria oportuno retornar mais uma vez às histórias tão queridas de “Eu, Robô”.


Em 2004 esse título ficou famoso mesmo entre pessoas que não costumam ler histórias de ficção científica, graças ao filme de Alex Proyas estrelado por Will Smith (https://youtu.be/7Dlo-VB0-HI?si=RSi_h1USLHbSbjtP). O filme foi uma adaptação muito feliz, em minha opinião. Pois apesar de ter muito pouco a ver com os contos presentes no livro, a trama do filme foi fiel ao espírito dessas histórias, que giram todos em torno dos dilemas e conflitos que podem surgir a partir das chamadas “Três Leis da Robótica”, uma das melhores invenções de Asimov:

“1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2ª Lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que entrem em conflito com a Primeira Lei.

3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.”

Essas leis serão o fio condutor de dezenas de ótimos livros de Asimov, que dessa forma foi escrevendo uma interessantíssima “história do futuro” (que atualmente seria melhor chamada de “história do futuro do pretérito”, por conta de já estarmos vivendo hoje no futuro cronológico de muitas das histórias escritas por ele). Em algum momento de sua saga dos robôs, Asimov concebeu uma “Lei Zero”, preponderante sobre as outras três:

“Um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.”


Foi essa Lei Zero, aliás, que inspirou a ótima trama do filme, e que traz a reboque uma pergunta cada vez mais pertinente, à medida em que a Inteligência Artificial vai se tornando mais poderosa e mais atuante no mundo: será que o mundo não andaria melhor se fosse governado pela IA?

Se estivéssemos falando da IA das histórias de Isaac Asimov, eu não hesitaria em responder com um enfático “sim!” a essa pergunta. Construídos de forma a obedecer irremediavelmente a essas leis, os robôs de Asimov acabam se revelando seres acima de tudo altruístas, dotados de grande inteligência e de inúmeras habilidades. Por conta dessas leis, cada ação dos robôs é inevitavelmente um benefício para outros seres, quando não para a sociedade como um todo. Sempre que leio essas histórias, penso em como teríamos um mundo mais feliz se Deus tivesse criado a humanidade mais parecida com os robôs de Asimov...

Contudo é importante lembrar que os contos de “Eu, Robô” começaram a ser escritos em 1940, quando conceitos como robôs e de Inteligência Artificial ainda não passavam de ficção. E mais importante ainda é o fato de que em todas as suas inúmeras histórias sobre robôs Asimov jamais descreveu de que maneira exatamente essas Leis da Robótica seriam postas em funcionamento. E essa é bem a parte ardilosa da história. Pois hoje a IA já é uma realidade, em alguns aspectos mais espetacular ainda que a ficção imaginada por Asimov. Todavia não há nenhum sinal de que nada parecido com as Leis da Robótica esteja em vias de se concretizar. Se a IA representa uma ameaça ou uma transcendência para a humanidade, só o futuro (próximo) dirá...

O que leva a uma conclusão fascinante, principalmente para quem, como eu, desde moleque lê essas histórias de robô: a realidade que vivemos hoje consegue ser ainda mais emocionante e imprevisível que a ficção científica de Isaac Asimov!


 

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

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FAVELA GÓTICA liberado na íntegra no site da Verlidelas Editora:

https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica

O livro Favela Gótica fala sobre “a monstruosidade essencial do cotidiano”, em uma história cheia de suspense, fantasia e aventura. Ao nos tornamos mais conscientes das sombras que existem em nossa sociedade, seremos mais capazes, assim como a protagonista Liana, de trilhar um caminho coletivo das Trevas para a Luz.

A versão física de Favela Gótica está à venda no site da Verlidelas, mas o autor e a editora estão disponibilizando gratuitamente, inclusive para download, o PDF de todo o livro.

Fique à vontade para repassar o arquivo para amigos e parentes.

Leia ou baixe todo o livro no link abaixo:

https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica

 

Link do livro no SKOOB:

https://www.skoob.com.br/livro/840734ED845858

 

Book trailer

https://youtu.be/FjoydccxJGA


 

Entrevista sobre o livro na FM Cultura

https://youtu.be/IuZBWIBYeHE


 

Resenha (Perpétua):

https://youtu.be/4Vm4YUoU-SM



sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

ERA UMA VEZ... A REINVENÇÃO DA HISTÓRIA COM A VINGANÇA DA FACE GIGANTE!

 


Resenha do livro “ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD”, de Quentin Tarantino


Acompanho a carreira de Quentin Tarantino desde “Cães de Aluguel” (https://youtu.be/3SfljD-TwJA?si=n7682sEg0Y__J6tX), de 1992, que durante um bom tempo considerei um de meus filmes favoritos. Gostei especialmente da narrativa não linear, recurso que na época foi mesmo uma poderosa inovação, aprimorada ainda mais em seu filme seguinte e primeiro grande sucesso, “Pulp Fiction” (https://youtu.be/s7EdQ4FqbhY?si=s7fln8hRLjVF3N8k).


 

Desde “Bastardos Inglórios” (https://youtu.be/w1O5LThfp7w?si=g5TNIxZ1_nM8jgv0), as histórias cinematográficas de Tarantino passaram a apresentar outra inovação interessantíssima: a reinvenção da história pelo prisma da arte. Nesse filme incrível, Tarantino ousou reescrever a Segunda Guerra Mundial, numa sequência muito apropriadamente intitulada “A Vingança da Face Gigante”. A magia do cinema permite ir à forra contra a brutalidade estúpida do nazismo... com muito deboche e selvageria!


 

Esse mesmo recurso foi utilizado em ao menos dois filmes seguintes de Tarantino: “Django Livre” (https://youtu.be/tivv135aGbc?si=a5JJ7x02vV4pmjhG), que “se vinga” da escravidão dos povos africanos nos Estados Unidos, ao menos no âmbito mais estreitos dos personagens do filme, e “Era Uma Vez em Hollywood” (https://youtu.be/OYGUQmJlgiE?si=VUn3G5h_fHcie3sa), que reduz ainda mais o alcance dessa “vingança”, reescrevendo apenas um episódio específico, referente ao homicídio da atriz Sharon Tate pelos hippies satanistas seguidores de Charles Manson, no ano de 1969.


 

Contudo os filmes de Quentin Tarantino são famosos mesmo é por uma característica que (quase) não mencionei ainda: a violência explícita e glamourizada. A mera enumeração dos filmes acima mostra como esse culto à violência foi se acentuando na filmografia do talentoso diretor, roteirista e ator. Em algum momento essa brutalidade toda acabou ultrapassando o meu gosto pessoal. Em minha opinião, “Bastardos Inglórios” já é violento demais, mas a admiração pela genialidade da ideia de reescrever a história supera aversão ao excesso de sangue. Já em “Django Livre” a ideia não é mais original, enquanto a violência consegue ser ainda mais intensa. Depois desse veio “Os Oito Odiados” (https://youtu.be/jLJXmbEHvDw?si=yBxkS2WS7N4eKQh2), no qual eu pessoalmente acho difícil encontrar muitos méritos em meio a tanto sangue e tripas esparramados...


 

E assim chegamos, enfim, a “Era Uma Vez em Hollywood”, em que há quantitativamente menos minutos de violência explícita, mas quando ela ocorre no filme... é de uma intensidade extrema. Apesar de ter achado o filme muito bem feito, esse tanto de violência me fez decidir que não queria vê-lo novamente tão cedo.


 

Mas essa resenha é para falar do livro, e não do filme. “Era Uma Vez em Hollywood” é a estreia de Quentin Tarantino como escritor, e uma ótima surpresa. Vai muito além de uma mera adaptação do roteiro do filme em um livro, expandindo as histórias dos personagens de forma muito interessante e recheando essas histórias com incontáveis e deliciosas referências a filmes e celebridades de Hollywood. Um desses trechos achei especialmente marcante:

“Quando um homem de princípios enfrenta um bandido, o bandido sempre começa em vantagem. Porque há certas coisas que um homem de princípios jamais fará. Já o bandido há de fazer o que for preciso. Isto é, até que o homem de princípios seja forçado a sair dos seus limites, forçado a trair sua natureza. Quase toda tragédia grega, metade de todo o teatro inglês, e três quartos do cinema americano operam com base nessa premissa.”


Com sua habilidade inata de contador de histórias, Tarantino consegue surpreender até ao contar por escrito uma história que já vimos no cinema. Mesmo que o livro tenha vindo depois, achei melhor do que o filme.


  

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

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O SINCRONICÍDIO: Sexo, Morte & Revelações Transcendentais – Fabio Shiva

Leia o PDF grátis:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7847612

 

Para celebrar o seu décimo aniversário, a Caligo Editora está disponibilizando gratuitamente o PDF do romance policial “O SINCRONICÍDIO: sexo, morte & revelações transcendentais”, de Fabio Shiva. Lançado em 2013, o livro chama atenção pela originalidade da trama, que mistura xadrez e I Ching.

 

“E foi assim que descobri que a inocência é como a esperança. Sempre resta um pouco mais para se perder.”

Haverá um desígnio oculto por trás da horrenda série de assassinatos que abala a cidade de Rio Santo? Apenas um homem em toda a força policial poderia reconhecer as conexões entre os diversos crimes e elucidar o mistério do Sincronicídio. Por esse motivo é que o inspetor Alberto Teixeira, da Delegacia de Homicídios, está marcado para morrer.

“Era para sermos centelhas divinas. Mas escolhemos abraçar a escuridão.”

Suspense, erotismo e filosofia em uma trama instigante que desafia o leitor a cada passo. Uma história contada de forma extremamente inovadora, como um Passeio do Cavalo (clássico problema de xadrez) pelos 64 hexagramas do I Ching, o Livro das Mutações. Um romance de muitas possibilidades.

Leia e descubra porque O Sincronicídio não para de surpreender o leitor.

 

Livro físico por R$ 29,90 com frete grátis:

https://bit.ly/43G7Keq

 

E-book:

https://www.amazon.com.br/dp/B09L69CN1J

 

Book trailer:

http://youtu.be/Vr9Ez7fZMVA


 

Baixe o PDF gratuitamente:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7847612

 

 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

 


O PRAZER SEM CULPA DE DESFRUTAR DE UMA BOA HISTÓRIA DE ASSASSINATO

Resenha do livro “O CLUBE DO CRIME DAS QUINTAS-FEIRAS”, de Richard Osman

“O Clube do Crime das Quintas-Feiras”, de Richard Osman, é uma leitura divertidíssima, por muitos motivos. Primeiro, porque é bem escrito, com uma prosa esperta e arejada, temperada com boas doses de humor inglês. Segundo, porque apresenta uma gama variada de personagens carismáticos, desde os velhinhos sabichões do tal “Clube do Crime das Quintas-Feiras” à dupla de policiais que involuntariamente acaba no papel de ajudantes de detetive. Terceiro, porque é uma linda homenagem ao legado de Agatha Christie, com abundantes referências às histórias da Dama do Crime. A começar pelo próprio título do livro, que nos remete diretamente a “O Clube das Terças-Feiras”, conto de Agatha Christie publicado em 1927 e que traz a estreia de Miss Marple, que é justamente a grande matriarca dos “detetives da terceira idade”, tão bem caracterizados nesse livro de estreia de Richard Osman.


Outra evocação das histórias de Agatha que achei particularmente atrativa foi a despudorada satisfação com que os personagens se entregam a investigar assassinatos. Agatha fazia muito isso em suas histórias, e Osman encontra justamente o tom certo para repetir a provocação, sabedor de que a história de detetive é sobretudo uma brincadeira, um jogo de adivinhação, no qual o assassinato sangrento é parte da diversão, mas cujo objetivo maior não é necessariamente a violência em si. É mais ou menos como na brincadeira de salão conhecida como “detetive, assassino e vítima”, em que as pessoas ficam sentadas em círculo e a pessoa sorteada para ser o assassino deve “matá-las” com uma piscadela, evitando ser descoberta pela pessoa sorteada para ser o detetive. Um dos elementos mais curiosos desse jogo é que as vítimas se tornam cúmplices de seu próprio assassinato, pois devem disfarçar e olhar para outro lado ao anunciarem que foram “mortas”, dando assim ao assassino a oportunidade de prosseguir com a matança...

Por último, mas não menos importante, “O Clube do Crime das Quintas-Feiras” é uma ótima história de mistério, com todos os ingredientes necessários para agradar até mesmo ao leitor mais exigente. Há pistas abundantes, e despistes em igual número, acompanhados de reviravoltas na trama até a revelação satisfatória.

Confesso que fazer essas considerações todas sobre a diversão de ler sobre pessoas sendo assassinadas me deixa um pouco desconfortável. Mas só um pouco. Talvez, quando eu me tornar uma pessoa mais madura, deixe de gostar tanto de romances policiais. Enquanto isso, aproveito para me divertir um bocado, e deixo a culpa para outros leitores...


  

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

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O SINCRONICÍDIO: Sexo, Morte & Revelações Transcendentais – Fabio Shiva

Leia o PDF grátis:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7847612

Para celebrar o seu décimo aniversário, a Caligo Editora está disponibilizando gratuitamente o PDF do romance policial “O SINCRONICÍDIO: sexo, morte & revelações transcendentais”, de Fabio Shiva. Lançado em 2013, o livro chama atenção pela originalidade da trama, que mistura xadrez e I Ching.

“E foi assim que descobri que a inocência é como a esperança. Sempre resta um pouco mais para se perder.”

Haverá um desígnio oculto por trás da horrenda série de assassinatos que abala a cidade de Rio Santo? Apenas um homem em toda a força policial poderia reconhecer as conexões entre os diversos crimes e elucidar o mistério do Sincronicídio. Por esse motivo é que o inspetor Alberto Teixeira, da Delegacia de Homicídios, está marcado para morrer.

“Era para sermos centelhas divinas. Mas escolhemos abraçar a escuridão.”

Suspense, erotismo e filosofia em uma trama instigante que desafia o leitor a cada passo. Uma história contada de forma extremamente inovadora, como um Passeio do Cavalo (clássico problema de xadrez) pelos 64 hexagramas do I Ching, o Livro das Mutações. Um romance de muitas possibilidades.

Leia e descubra porque O Sincronicídio não para de surpreender o leitor.

Livro físico por R$ 29,90 com frete grátis:

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E-book:

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Book trailer:

http://youtu.be/Vr9Ez7fZMVA


 

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

NA ESCURIDÃO DO SENTIDO, O ENCONTRO NUMINOSO COM A PRESERVAÇÃO DA MUDANÇA

 


Resenha do livro “VAMADEVA”, de Brito & Vieira

Desde que vi no Instagram uma chamada desse livro lindo (https://www.instagram.com/p/CyOa-5Cu_lu/), fiquei doido para ler. Mas quaisquer que tenham sido as minhas expectativas, nada me preparava para “VAMADEVA”, obra sui generis que resultou do encontro (ou seria colisão cósmica?) dos textos de Leonardo Triandopolis Vieira com as ilustrações de Gabriel Brito. Não se trata de poesias ilustradas, tampouco de ilustrações legendadas, muito menos de histórias em quadrinhos vanguardistas... e ao mesmo tempo é tudo isso! Brito & Vieira alcançaram uma autêntica fusão genético-molecular entre a palavra e o desenho, tal como só vi no maravilhosamente horrendo filme “A Mosca”, de David Cronenberg (https://youtu.be/fj1SHpBsY7w?si=wqcNOhJD207tswp9).


Mas o maravilhamento/estranhamento de “VAMADEVA” está apenas começando. Chama a atenção o detalhe de que as páginas do livro não são numeradas, sugerindo que o leitor pode escolher a sua própria ordem de leitura. Mas há sobretudo um “hermetismo explícito” (na falta de um termo melhor) emanando do livro, como um desafio permanente a qualquer tipo de interpretação. Foi então que atentei no subtítulo da obra: “...e a escuridão do sentido”, que funcionou como um fio de Ariadne a me conduzir no labirinto de Minotauro. Desisti de procurar “sentido” naquilo que estava lendo, e passei a simplesmente “sentir”...


É difícil explicar por meio de palavras uma experiência que visa justamente transcender as palavras. Tive vivências semelhantes lendo gênios como Ferreira Gullar, Hermann Broch e, evidentemente, Clarice Lispector, que forneceu o mantra que bem poderia ser o leitmotiv de “VAMADEVA”:

“Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo entendimento. Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei.


Lá pelas tantas da leitura, comecei a me intrigar com o título do livro. E qual não foi a minha surpresa descobrir que dentre os muitos significados possíveis para “Vamadeva”, está o de aspecto preservador de Shiva, o Senhor da Mudança! E Vamadeva é também uma das faces de Sadashiva, uma das representações de Shiva com cinco cabeças. Ora, a imagem de Sadashiva foi a primeira tatuagem que fiz, o que acabou indiretamente determinando a adoção do nome Fabio Shiva, depois que tive que renunciar ao meu nome de batismo, Fabio Lopes Barretto, como explico no poeminha “3 X CTI”:

Fabio Lopes morreu.

Fabio Barretto morreu.

Fabio sem nome morreu.

Antes eles do que eu!


Não tenho palavras para expressar o tanto de coisas que senti ao ler “VAMADEVA”. E nem preciso.


 

Você pode encontrar o livro nesses links:

https://www.leoescreve.com.br/vamadeva

 

https://clubedeautores.com.br/livro/vamadeva-2

 

 

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FABIO SHIVA é músico, escritor e produtor cultural. Autor de “Favela Gótica” (https://www.verlidelas.com/product-page/favela-g%C3%B3tica), “Diário de um Imago” (https://www.amazon.com.br/dp/B07Z5CBTQ3) e “O Sincronicídio” (https://www.amazon.com.br/Sincronic%C3%ADdio-sexo-morte-revela%C3%A7%C3%B5es-transcendentais-ebook/dp/B09L69CN1J/). Coautor e roteirista de “ANUNNAKI - Mensageiros do Vento” (https://youtu.be/bBkdLzya3B4).

 

Facebook: https://www.facebook.com/fabioshivaprosaepoesia

Instagram: https://www.instagram.com/fabioshivaprosaepoesia/

 

  

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JÚBILO – Imago Mortis

JÚBILO! é o “álbum silencioso” do Imago Mortis, inicialmente concebido como um EP comemorativo do jubileu de prata (25 anos) da banda. A obra foi composta em julho de 2020, durante um dos piores períodos da pandemia do coronavírus, mas nunca chegou a ser gravada. A publicação do livro físico “DIÁRIO DE UM IMAGO: contos e causos de uma banda underground”, de Fabio Shiva, motivou o letrista a compartilhar o álbum nesse formato de “sombra de canções”, apenas com as letras. Uma experiência diferente, que vale a pena ser vivida. Boa catarse!

 

Leia o PDF grátis:

https://www.recantodasletras.com.br/e-livros/7971321

 

 

 

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