terça-feira, 10 de julho de 2012

[entrevista]BIA MACHADO - Escritora


Oi pessoal! :) :) :)


Desta vez nossa entrevistada é a escritora Bia Machado, autora do livro Certa Estranheza e de contos publicados em diversas antologias. Bia é uma pessoa eclética e, além de escrever faz muitas outras coisas, vamos conhecê-la melhor?



BCRL: Oi Bia, bem vinda ao nosso espaço de entrevistas será um prazer saber um pouco mais sobre você.

BM: Oi, Angel! Obrigada por mais uma vez poder divulgar o meu trabalho junto aos leitores do Resenhas Literárias!

BCRL: O que mais lhe deixa com “coceirinhas” de desejo...rs... ler ou escrever?

BM: Os dois, mas na atualidade com certeza é escrever! Se pudesse, andaria pra cima e pra baixo com um caderno na mão, anotando todas as ideias, escrevendo trechos de diálogos, alguma frase ou detalhe em que pensei...

BCRL: Para escrever, qual é o seu estilo literário preferido: suspense, ficção científica, terror, etc.?

BM: Eu me identifico mais com o suspense. E o suspense pode estar presente na ficção científica, na fantasia, até em um conto romântico... Admito que tenho tentado escrever coisas mais leves, de aventura, rs. Quero escrever muitas coisas ainda em literatura fantástica, algo como história alternativa e steampunk, que gosto muito de ler.

BCRL: E para ler?

BM: Aí a coisa complica! Gosto de tanta coisa! Isso é culpa da minha personalidade, eu enjoo fácil das coisas, fico me perguntando se sou hiperativa. Se tivesse só policial para ler, eu certamente enjoaria. Então vou alternando: leio um policial, depois um romance, depois um de ficção científica e assim por diante... Mas a literatura fantástica tem me chamado mais a atenção, de uns dois anos pra cá.

BCRL: Como se sentiu com a publicação do seu primeiro livro, Certa Estranheza?


BM: Senti como se estivesse dando o segundo passo. O primeiro, foi começar a participar de antologias. Foi uma maneira de fazer um teste, digamos, levar minhas histórias a quem não tem o costume de ler na tela do computador. E esse papel foi cumprido. Atualmente eu disponibilizei o livro para download no site Recanto das Letras, para que mais pessoas tenham acesso.


BCRL: Quem quiser ler o livro (e leia porque ele está demais!!!!) é só clicar aqui:
http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=104940

BCRL: Quais as dificuldades que encontrou para publicá-lo?

BM: A dificuldade foi ter que fazer tudo sozinha, pois a editora apenas o imprimiu. Então tive que fazer eu mesma a capa, procurando em sites de imagem alguma que combinasse e pagando por ela, depois fazendo alterações, diagramação (coisa simples, sem entender nada, praticamente, rs!), mas o resultado foi gratificante. Só não foi mais por causa de algumas falhas de impressão da editora, mas quanto à minha parte, estou tranquila!

BCRL: O que você está escrevendo atualmente?

BM: Continuo escrevendo contos, agora tem um calendário que dá pra gente seguir e tentar participar de antologias que acho que serão interessantes. Além disso, estou escrevendo dois romances: um deles iniciei em 2011, mas ainda vai demorar. Tem que fazer muita pesquisa, são muitos detalhes técnicos, pois a história envolve terrorismo biológico, o mundo em um futuro um tanto distante, são vários personagens, enfim... O outro comecei a escrever agora, ainda está só no caderninho de rascunhos, mas como enchi um desses inteiro (quase 100 folhas manuscritas), vou começar a passar para o word... E é um chick-lit! Isso me espanta, pois nunca li nada do tipo, então ainda devo fazer muitos ajustes... Comecei a ler esse mês livros nesse estilo, para ter uma ideia... Estou lendo “Ame o que é seu”, da Emily Giffin e estou gostando bastante, é uma leitura bem diferente do que costumo fazer.

BCRL: Você já publicou em diversas antologias, quais são elas e quais seus títulos?

BM: Pela Multifoco publiquei na “Sinistro!” (contos de terror) e na “Solarium 2” (contos de ficção científica), em 2009 e 2010, respectivamente. Pela Hama, publiquei na “Contos de todos nós” (contos do cotidiano), antologia lançada durante a Bienal do Rio em 2010. Pela Estronho, participei em 2011 da antologia “Steampink” (contos steampunk escritos por mulheres).
  
BCRL: Qual o conto foi mais difícil pra escrever e qual deles saiu num estalar de dedos?

BM: Apesar de “Paixão Letal” (um conto que publiquei pela Multifoco) ter dado mais trabalho, o mais difícil foi “Brincando de Deus”, conto que saiu na Solarium2. Eu estava no final do prazo, últimas horas para enviar o conto, estava com uma gripe há dias que dava uma dor no corpo e nunca tinha escrito um conto de ficção científica! Mas no final deu tudo certo, rs. O que saiu mais fácil foi o “Chuva de Madalena”. A ideia surgiu, eu sentei na frente do computador, comecei a escrever e em pouco mais de meia hora o conto estava escrito! Os leitores gostaram bastante! =)

BCRL: Já pensou em escrever um livro de poesias?

BM: Não, não levo o mínimo jeito pra isso... Mas quando adolescente cheguei a escrever algumas... =)

BCRL: Qual é o foco que o escritor deve ter para escrever uma boa história?

BM: Creio que toda a situação (seja conto, romance ou novela) que vai ser trabalhada no texto tem que estar bem embasada, tem que ser verossímil. A verossimilhança é, na minha opinião, o que faz com que o escritor consiga passar a sua intenção. E para isso é necessário pesquisar muito e saber muito bem sobre o que se está escrevendo, ter segurança disso.

BCRL: Que livro indicaria sem pensar duas vezes?

BM: “Vinte mil léguas submarinas”, do Verne.

BCRL: Que livro gostaria de ver nas telonas dirigido por Spielberg?

BM: Hum, talvez “O fim da infância”, do Clarke. Desde que ele fosse fiel ao livro, rs.

BCRL: Qual seu escritor e escritora favoritos?

BM: A escritora favorita é a Agatha Christie. O escritor, não sei dizer. Tem  tantos de que gosto muito (Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Sidney Sheldon). E alguns que só recentemente descobri, como Carlos R. Zafón, Arthur Clarke...

BCRL: Você também tem talento para fazer trabalhos artesanais, como e quando isso surgiu em sua vida?

BM: Me interessei por pintura e decoupage em madeira por causa de uma escola onde trabalhava. Geralmente em escola particular, principalmente pequena, as próprias professoras têm que fazer lembranças para tudo que é data comemorativa. No Dia das Mães, inventaram das crianças fazerem a pintura e a aplicação de tinta relevo em caixinhas de madeira... Mas é claro que a professora é que acaba fazendo quase tudo, né? Só que estava muito em cima da hora, a orientadora correndo com outras coisas, a gente teve que ir atrás da técnica certa em sites. No fim, deu tudo certo, as mães adoraram. Depois, fui mexer com isso novamente quase 3 anos depois, no começo de 2009, como uma terapia para o meu pós-parto, principalmente no período em que uma das minhas gêmeas recém-nascidas precisou operar e ficar internada, infelizmente vindo a falecer com pouco mais de dois meses de vida. Na madrugada desse dia, eu fui dormir às cinco da manhã pintando caixas, não conseguia fechar os olhos (parecia que estava adivinhando o que aconteceria). Deitei só por estar cansada, mas às sete já estava de pé e, uma hora depois, recebemos a triste notícia de que a bebê não tinha resistido. Depois disso, continuei, era uma forma de fazer algo diferente do meu trabalho de todo dia. Ano passado tive que parar, não estava dando conta de três, quatro coisas ao mesmo tempo, além de ser mãe e esposa.

BCRL: uma pena que tenha parado, mas, entendo que o tempo é curto pra fazer tudo que queremos e abrir mão de algumas atividades acaba sendo necessário. Fico feliz em ver que aproveitou um momento de dor para construir coisas bonitas que dão alegria em vez de ficar se lamentando. Isso é muito belo, menina!

BCRL: De tudo o que faz o que mais lhe agrada, o que é mais difícil e o que mais fácil?

BM: Acho que todos são difíceis, não tem o mais fácil. Mas o meu preferido tem sido escrever. Por isso mesmo optei por parar de fazer o artesanato. Só faço mesmo para presentear as pessoas mais queridas.

BCRL: Quais os motivos decorativos são os mais pedidos pelos seus fregueses ou eu deveria dizer freguesas? Homens também fazem encomendas?

BM: Pedidos feitos por homens adultos eu nunca tive, mas meninos sim! Vários alunos meus pediam latinhas e caixinhas com motivo de super-heróis e futebol também.  O que as mulheres pediam mais eram caixas com a foto colorida escaneada de alguém que ia ser presenteado. E floral também era muito pedido.

BCRL: Olha aí pessoal, uma pequena mostra dos trabalhos da Bia, não são lindos?



BCRL: Você é professora, dá aula para alunos de que faixa etária? Sempre lecionou para alunos dessa idade?

BM: Desde 2005 leciono no Ensino Fundamental, crianças de 7 a 10 anos, aproximadamente. Em 2012 será meu terceiro ano consecutivo como professora de 3º ano, crianças de 7, 8 anos. Eu comecei lecionando aulas de inglês e informática, para crianças e adultos também, na época eu fazia curso no Fisk e dava aula para quem ia fazer concurso ou tinha ficado “pendurado” em inglês no final do ano. Em escola, comecei a lecionar no que chamam hoje de EJA, para Ensino Fundamental e Ensino Médio, nas matérias de Língua Portuguesa e Inglês. Em 2006 lecionei pela última vez para turmas de Ensino Médio e também atendi um aluno com deficiência motora, em sua residência, era o que o pessoal chamava de “Professor Itinerante”.

BCRL: E como é a professora Bia Machado com seus alunos? [cuidado! Eles poderão ler essa entrevista...rs...]

BM: Ia dizer que sou chata, mas lembro de uma aluna minha que me disse uma vez ao me ouvir afirmar isso: “A senhora não é chata, é diferente. A senhora é exigente.” E acho que ela está certa. Sou exigente, mas sou justa e faço de tudo para poder ajudá-los, seja no que for.

BCRL: Quando você fala com eles sobre livros eles torcem o nariz ou “curtem” o assunto?

BM: Não, eles gostam! Livros fazem parte do nosso dia-a-dia em sala de aula, eles estão lá à disposição, para serem lidos e relidos, não só livros como gibis.

BCRL: O que tem por hábito fazer para incentivá-los quanto a isso?

BM: O maior incentivo é tornar a leitura interessante. Não forçar ninguém a ler um livro que não queira, mas tendo os livros à disposição eles são muito capazes de encontrar o que gostam de ler.  E eu fico lá, só observando eles lerem, comentarem com o colega, comigo, mostrando alguma parte de que gostaram, as imagens... Também gosto de criar sequências de atividades que envolvem alguma narrativa, geralmente fantástica. Uma vez preparei vários exercícios sobre cálculo de dias, meses, anos e criei toda uma história de um mago e suas três irmãs bruxas. Aí eles ficaram conhecendo a história do mago e das irmãs, enquanto faziam contas e mais contas, observavam calendário etc. Tenho um blog que possibilita ver meu trabalho em sala com os alunos, ele está com conteúdo do ano passado, pois esse ano ainda não montei o projeto para 2012, os meus alunos atuais devem começar a usá-lo logo depois das férias: 


BCRL: muito legal o blog e a criatividade que usa na sala de aula, com certeza os alunos curtiram isso. Seria ótimo se todo professor fizesse algo semelhante para que os alunos pudessem estudar o que acham difícil de uma forma agradável o que, com certeza, seria benéfico para ambas as partes.

BCRL: Como seu marido e suas filhas veem a esposa e mãe enquanto escritora?

BM: Minhas filhas gostam da ideia de ter uma mãe escritora, acham isso o máximo. Só que atualmente me cobram muito, querem saber se eu já terminei de escrever para sair com elas, ficar com elas. Ano passado fui muito cobrada e nesse ano me organizei melhor para que elas não fiquem só com a escritora ou a professora por perto, a mãe faz muita falta (e como!). Meu marido é muito neutro, ele gosta de me ver escrevendo, mas não se interessa tanto quanto eu gostaria. Ele apoia, ouve minhas ideias, discute enredo etc., mas é de forma muito reservada. Ele é taurino, talvez essa seja a explicação, rs!!! Por outro lado, isso é bom. Às vezes eu preciso de um “freio”, que me faça parar e pensar melhor. Ando muito a 200 km por hora com a minha imaginação.

BCRL: Qual a idade de suas filhas? Alguma delas já manifestou o interesse em ser escritora?

BM: A Beatriz tem 9 anos, a Maísa 7 e a Nádia tem 3. As três adoram livros e gibis, gostam muito de ler, mas eu acho que por enquanto só quem parece gostar de escrever, mesmo, de criar histórias, é a Maísa. A Beatriz gosta mais de desenhar, rs.

BCRL: Então você estará bem servida daqui a um tempo, uma poderá ser sua leitora beta e a outra a capista/desenhista de suas histórias, apesar de você “mandar bem” nisso, né.

BCRL: Você está trabalhando com revisão de texto, fale sobre isso.

BM: Sim, comecei esse ano a trabalhar para duas editoras com revisão, a Estronho e a Modo.  Eu estou gostando muito, é uma forma de aprender com outros escritores, com a literatura, está sendo muito desafiante, pois não tinha experiência anterior com revisão literária, embora revise há mais de dez anos textos técnicos e científicos, porém confesso que já estava saturada. Trabalhar com duas editoras ao mesmo tempo me proporcionou viver essa realidade de duas formas bem opostas, pois essas editoras possuem dinâmicas de revisão muito diferentes. É bom para pegar mais experiência, mas estava começando a ficar com os prazos meio que apertados, então decidi optar por prestar serviço para apenas uma, a Estronho, que tem uma proposta de trabalho com a qual me identifiquei mais (http://www.editora.estronho.com.br/index.php/inicio). Esse ano também comecei a fazer revisão e copidesque para autores que ainda não têm editora e está sendo ótimo, aprendendo muito com essas análises textuais. E quero me qualificar mais na área. Dentro de dois meses inicio uma Especialização em Linguística, para me aperfeiçoar.

BCRL: Alguma dica para os escritores, que permita melhorar a qualidade dos originais enviados para publicação?

BM: Acredito que seja melhor escrever primeiro, sem se preocupar com uma revisão mais detalhada. Depois, em uma segunda (e até terceira) leitura, dá pra mexer em muita coisa, acertar coisas que não foram vistas, cortar o que está sobrando mesmo, sem dó. Ter leitores beta imparciais também ajuda muito, pessoas que poderão ler e dizer como um leitor se sente com relação ao seu texto, antes dele ser enviado para análise de alguma editora. Ressaltando mais uma vez que esses leitores beta precisam ser imparciais, nada de encobrir coisas por amizade. E o autor também tem que estar disposto a ouvir, a acatar o que foi apontado com bom senso, senão o trabalho de leitura crítica não adianta nada.

BCRL: Ok, Bia, obrigada pela entrevista, tenha certeza que foi muito bom saber um pouco mais da Bia Machado não apenas escritora, mas pessoa. Que venham os novos livros. Sucesso!  :)

BM: Angel, eu que agradeço pela oportunidade, o Resenhas Literárias é um blog onde me sinto em casa,  assim como na comunidade dele no Orkut e o grupo no Facebook, enfim... Acho que isso acontece por você e Fábio serem pessoas tão dedicadas, apaixonadas por livros, então... Não tem como não gostar desses espaços! =)

É isso aí, meninos, vocês fiquem à vontade para fazer outras perguntas para a escritora Bia Machado e até a próxima, queridos!

bj da angel ;)





13 comentários:

  1. Olá,
    Já li o primeiro conto no link que vc colocou, confesso que não sou muito de contos, mas gostei. Não entendi muito bem pq ela quis fazer um final feliz se não gostaria que fosse assim, fiquei curiosa sobre isso. Estou com vinte mil léguas submarinas aqui e não terminei, meio que abandonei, sei que por ser clássico muita gente não reclama mas eu achei muito descritivo e cientifico demais...
    bjos

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    1. OI, Fê, talvez a tradução/adaptação que você pegou do vinte mil léguas tenha deixado o texto cansativo. Eu li esse e o Viagem ao centro da Terra de uma coleção da FTD, superbonita, e não senti em nenhum momento o texto cansativo... Já o A volta ao mundo em 80 dias, de outra editora, eu comecei e parei, senti certo cansaço com a linguagem. Acho que a coisa funciona mais ou menos dessa forma...

      Quanto ao "final feliz", de que conto está falando? São poucos os meus contos com final feliz, ao menos os de terror são assim. Me avise aqui e conversaremos sobre isso. ;)

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  2. Oi Fê o fato de os livros de ficção científica serem muitos descritivos e principalmente sobre aspectos científicos é o que me afasta um pouco deles, acabam ficando confusos demais e aí a história se perde nisso.

    Leia os outros contos da Bia, estão bons demais, vai ver.

    bj da angel ;)

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    1. Tem isso sim, Angel, principalmente na FC chamada de "hard". Algumas são mais leves, vão mais para o lado humano... O negócio é procurar qual subgênero da FC para ler, de acordo com o seu gosto. No caso do Júlio Verne, em muitos livros dele acho que poderíamos classificar a narrativa como fantasia, tal distância da FC, rs. Outros, porém, são bem científicos mesmo... =)

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    2. Eu dei sorte com as edições que li do Verne que não me lembro quais foram pois as li quando era mocinha e emprestado da biblioteca. Depois, cerca de 20 e poucos anos atrás reli a obra dele, mas, adaptada, na verdade era uma coleção que comprei para as meninas que estavam com 7-8 anos, disse era porque a emprestei e não me devolveram, aliás, não tenho um único livro dele aqui em casa, tá na hora de reparar isso.

      Verne foi um dos maiores visionários e foi por causa dele que li livros de ficção científica, pena que, como eu disse pra Fê a descrição exagerada de outros mundos e principalmente o que se refere à parte científica mesmo me deixam confusa e eu não consigo interagir com a história. Mas, já li alguns muito bons. :)

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  3. Amei a entrevista!!!
    Massa demais!!!

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    1. Legal mesmo, né? Viu só o blog da Bia para os alunos, achei demais!

      :)

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  4. Gente1
    Que super entrevista com nossa mega escritora Bia e hoje para completar, ainda é aniversário dela, PARABÉNS!!

    E tenho o privilégio de ter uma das caixinhas arte da Bia, é linda!

    Angel!
    Que inspiração para as perguntas, hein? Amei!

    cheirinhos
    Rudy

    Tem resenha do livro lá no blog e vale super a pena.

    CERTA ESTRANHEZA - BIA MACHADO (LITERATURA NACIONAL)
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com/2011/12/resenha-37-certa-estranheza-bia-machado.html

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    1. Obrigada, Rudy! É uma pena que não tenha tempo mais para fazê-las, agora faço apenas para presentear, quando dá tempo, foi o caso de ontem, que saí para comemorar o meu aniversário e o de outra professora, então decorei uma cestinha de madeira pra dar de presente! =)

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    2. Oi Rudy, não me faz inveja, também tenho uma caixinha feita pela Bia, lindaaaaa!!!! ;P

      Valeu pela presença, menina, e que mara ter postado o link da resenha do livro dela, aê pessoal, vão lá conferir porque vale a pena!

      bj, queridas, da angel ;)

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  5. 'Tá de parabéns, Bia! E desde já: estou esperando o próximo livro!

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    1. Vitor, pode deixar! Já sabe que, quando isso acontecer, o seu exemplar está garantido! =D

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