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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

RESENHA -”CODINOME LADY V” - LORRAINE HEATH


LIVRO:”CODINOME LADY V”
TÍTULO ORIGINAL: FALLING INTO BED WITH A DUKE
SÉRIE: OS SEDUTORES DE HAVISHAM.1
AUTORA:LORRAINE HEATH
TRADUÇÃO: A. C. REIS
EDITORA:GUTEMBERG
PÁGINAS –252
1ª  REIMPRESSÃO 2017
CATEGORIA: FICÇÃO HISTÓRICA
ASSUNTO: ROMANCE NORTE-AMERICANO
ISBN: - 978-85-8235-419-3

Codinome Lady V

CITAÇÃO:

[...] O amor transforma um homem.” (pág. 79)

-A tragédia proporciona relacionamentos estranhos.
Assim como o celibato, mas ela guardou essa observação para si.” (pág. 87)


ANÁLISE TÉCNICA:


-CAPA-

Rosto feminino com mascaro nos olhos, batom vermelho e o dedo em sinal de silêncio.
A capa é belíssima e tem tudo haver com o enredo do filme.
Feita por Carol Oliveira (sobre a imagem de Subbotina Anna [SHUTTERSTOCK].

NOTA: 5,00 DE 5,00


-DIAGRAMAÇÃO:

As folhas são amareladas com letras pretas medianas que facilitam a leitura.
Conteúdo: dedicatória; prólogo; vinte e um capítulos numerados; epílogo; e, nota da autora. Os títulos tem uma ilustração como moldura na lateral e dentro dos capítulos, a divisão é feita coma gravura de uma máscara minúscula.
Feita por Carol Oliveira Mazzoni.
Formato: 16 x 23 cm •
Acabamento: Brochura

NOTA: 5,00 DE 5,00


- ESCRITA:

Narrativa descritiva em 3ª pessoa desconhecida que traz amplitude sobre os fatos e personagens, bem como diálogo fluido e coerente.
Não foram encontrado erros que atrapalhem a leitura.
Revisão final: Mariana Paixão

NOTA: 4,80 de 5,00

CITAÇÃO:

-Você ficou bravo?
-Decepcionado. Mas todos temos os nossos segredos; todos temos o direito de mantê-los.” (pág. 107)

-Em algum momento ou outro, nós todos somos pecadores, todos temos algo a esconder.” (pág. 165)


SINOPSE:

“Cansada de rejeitar pretendentes interessados apenas em seu dote escandalosamente vultoso, Minerva Dodger decide que é melhor ser uma solteirona do que se tornar a esposa de alguém que só quer seu dinheiro. No entanto, ela não está disposta a morrer sem conhecer os prazeres de uma noite de núpcias e, assim, decide ir ao Clube Nightingale, um misterioso lugar que permite que as mulheres tenham um amante sem manchar sua reputação.
Protegida por uma máscara e pelo codinome Lady V, Minerva mal consegue acreditar que despertou o desejo de um dos mais cobiçados cavalheiros da sociedade londrina, o Duque de Ashebury. E acredita menos ainda quando ele começa a cortejá-la fora do clube. Por mais que ele seja tudo o que ela sempre sonhou, Minerva não pode correr o risco de ele descobrir sua identidade, e não vai tolerar outro caçador de fortunas.
Depois de uma noite de amor com Lady V, Ashe não consegue tirar da cabeça aquela mulher de máscara branca, belas pernas e língua afiada. Mesmo sem saber quem ela é, o duque nunca tinha ficado tão fascinado por nenhuma outra mulher antes.
Mas agora, à beira da falência, ele precisa arranjar muito dinheiro, e rápido. Sua única saída é se casar com alguma jovem que tenha um belo dote, e sua aposta mais certeira é a Srta. Dodger, a megera solteirona que tem fama de espantar todos os seus pretendentes.”


RESUMO SINÓPTICO:

Londres do Século XIX.
MINERVA DODGER rejeita seus pretendentes por achar que estão apenas atrás de seu dote vultuoso. Ela não quer morrer sem experimentar os prazeres da noite de núpcias e se arrisca indo ao Clube Nightingale, onde as mulheres podem ter um amante sem que sua reputação seja manchada, pois se escondem atrás de uma máscara.
Minerva assume o Codinome Lady V e não acredita que o cavalheiro mais cobiçado da sociedade londrina, o Duque de Ashebury se encanta por ela no Clube.
ASHE não consegue esquecer a mulher de máscara branca com belas pernas e língua afiada. Mas, sem dinheiro, tem de conseguir uma bela jovem, com belo dote para resolver seus problemas e a Srta. Dodger é a maior promessa e passa a cortejá-la, mesmo sabendo que ela espanta todos seus pretendentes por falar tudo que pensa.
Ashe desconfia de quem seja Lady V, entretanto, não tem certeza, porém já está encantado por Minerva, a considera um mulher diferente das outras. Quer conquistá-la de qualquer forma, mas quando ela descobre que Ashe está falido, desconfia de sua sedução...
Será que conseguirão viver a paixão que os consome?


CITAÇÃO:

-ÀS VEZES, Minerva, nós olhamos para as coisas e vemos aquilo que esperamos, em vez do que realmente está lá. Mas quando olho pela lente da câmera, eu vejo a verdade.
-A verdade nem sempre é bonita.” (pág. 205)


ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTORA:

Os romances de época estão em alta, sem dúvida e adoro cada um deles que leio. Não foi diferente com Codinome Lady V, gostei muito da leitura.
Primeiro com uma protagonista totalmente ousada para seu tempo, que se arrisca a experimentar coisas novas e não suporta os homens ‘nojentos’ que a perseguem, apenas por causa de seu dote. Ela quer é alguém que a ame pelo que é e não pelo dinheiro que tem.
Claro que ela mete os pés pelas mãos e tem receio de ficar mal falada, pois ainda tem uma remota esperança de casar e ter sua própria família, ainda assim, quer também conhecer os prazeres carnais e se arrisca em empreitadas pelo Clube.
Ashe tem lá seus segredos do passado e vê através da fotografia a essência das pessoas, quem são de verdade e quando tenta fotografar Lady V, percebe sua beleza imediatamente e é arrebatado por grande paixão.
Percebem aí o diferencial do livro? Não é aquele amor instantâneo. É aquele amor que vai surgindo através dos detalhes e das dúvidas que pairam sobre eles, sobre seus medos e sobre o furor que desponta sem que esperem... Ai, de suspirar!
Não tenho muito a falar não, aliás, quem acompanha sabe o quanto tenho dificuldade em fazer resenhas quando gosto muito de um livro. E este é um daqueles que devem ser degustado e desfrutado a cada página, a cada novo fato e descoberta.
A indicação é feita para quem gosta de romances no estilo e com um tanto de mistério, perigo e surpresas. Não se arrependerão da leitura, garanto!


NOTA : 5,00 de 5,00


SOBRE A AUTORA:

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo

Lorraine Heath sempre sonhou em ser escritora e desde pequena tem uma queda por histórias de amor, sem dúvida fruto de uma infância regada a muitos filmes ao lado da mãe, que lhe ensinou que os melhores são aqueles que fazem “você se acabar de tanto chorar”.
Nasceu em Watford, na Inglaterra, e se mudou ainda criança para os Estados Unidos. Depois de se graduar em Psicologia na Universidade do Texas, escreveu manuais, artigos e comunicados de imprensa, mas sempre sentiu que algo estava faltando.

Quando leu seu primeiro romance histórico, não só ficou encantada com o gênero como logo percebeu o que faltava nas obras: rebeldes, canalhas e libertinos. Desde então ela escreve sobre eles. Seus livros já ganharam vários prêmios de prestígio, como o RITA Awards, e sempre figuram entre os best-sellers do USA Today e do The New York Times.

CHEIRINHOS
RUDY


RESENHA - ”A ÚLTIMA CARTA DE AMOR” - JOJO MOYES


LIVRO:”A ÚLTIMA CARTA DE AMOR”
TÍTULO ORIGINAL: THE LAST LETTER YOUR LOVER
AUTORA:JOJO MOYES
TRADUÇÃO: ADALGISA CAMPOS DA SILVA
EDITORA: INTRÍNSECA
PÁGINAS –320
1ª  EDIÇÃO 2016
CATEGORIA: FICÇÃO INGLESA
ASSUNTO: ROMANCE
ISBN: - 978-85-8057-957-4

A última carta de amor

CITAÇÃO: “Ele falava com ela como alguém que conta segredos da vida inteira à pessoa que está a seu lado no trem, uma intimidade liberada, baseada no entendimento tácito de que era improvável tornarem a se encontrar. [...]” (pág. 91)


ANÁLISE TÉCNICA:

-CAPA-

Mulher caminhando em um descampado entre duas árvores congeladas (?). Fundo todo verde.
Particularmente não gosto muito desse estilo de capa, mas é algo bem pessoal.

NOTA: 4,00 DE 5,00

-DIAGRAMAÇÃO:

Folhas amareladas em letras pretas abaixo da média que dificultam a leitura.
Conteúdo: opiniões; dedicatória, prólogo, dividido em três partes numeradas; vinte seis capítulos; e, agradecimentos. No início dos capítulos há um trecho de alguma carta de alguém para outra pessoa, referente ao assunto do capítulo.
Formato: 16 x 23 x 1,9 cm
Diagramação: Kátia Regina Silva/Babilônia Cultura Editorial.

NOTA: 3,80 DE 5,00


- ESCRITA:

Narrativa descritiva em 3ª pessoa desconhecida, com diálogos bem construídos e esclarecedores, mostrando os pensamentos e sentimentos das personagens e trazendo a amplitude e entendimento dos fatos.
Poucos erros de correção.
Revisão: Milena Vargas e Carolina Rodrigues.

NOTA: 4,00 DE 5,00



CITAÇÃO:

“-Ah, tudo bem, então que bom para você, Sr. Prático. Que bom que você pode abrir e fechar as suas emoções como se fossem uma torneira. Sim, eu caí nessa por vontade própria. Imoral? Sim. Imprudente? A julgar pela sua resposta, óbvio. Mas eu senti uma coisa mágica por um momento e...não se preocupe, estou pagando por isso desde então.” (pág. 272)


“-Não existe vida livre de complicação, Rory. Todos nós acabamos fazendo concessões no fim.
-Eu não.
O chefe ergue a sobrancelha. Tem um pequeno sorriso nos lábios.
-O que foi? – diz Rory. – O que foi? Não vai me dar nenhum sermão sobre oportunidades perdidas e como desejaria ter agido de outra maneira, vai? – Seu tom de voz está mais alto, mais áspero do que ele pretendia, mas ele não consegue evitar. Começa a mover caixas de um lado para outro da van. – De qualquer forma, não adiantaria nada. Vou viajar. Não preciso de complicações.” (pág. 278)

SINOPSE:

“Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a sua casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória da antiga vida. Por mais que todos ao seu redor pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por "B", e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com o amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido - em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado -, Ellie começa a procurar por "B", e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do seu próprio relacionamento.

Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor, primeiro livro de Jojo Moyes publicado pela Intrínseca, entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer.”


CITAÇÃO:

“-Mas não existe perdão para pessoas como nós, Ellie. Você pode vir a descobrir que a culpa tem um papel muito maior no seu futuro do que você gostaria. Dizem que a paixão arde por uma razão, e, quando se trata de casos, os protagonistas não são os únicos que saem machucados. Quanto a mim, ainda me sinto culpada pelo sofrimento que causei a Laurence... Eu justificava isso para mim na época, mas vejo que o que aconteceu...magoou a todos nós. Mas...a pessoa em relação à qual sempre me senti pior é Anthony.” (pág. 281)

RESUMO SINÓPTICO:

JENNIFER STIRLING é casada na Londres de 1960 e acorda em um hospital após sofrer um acidente de carro. Ao regressar para casa se sente totalmente estranha, não reconhece os amigos e o que dizem sobre sua personalidade, não sente atração nenhuma pelo marido e não se lembra do acidente e do passado anterior a ele.
Passa a vasculhar toda a casa em busca de pistas sobre sua vida anterior. Acaba descobrindo cartas endereçadas à ela e assinadas por “B”. Percebe que estava em um relacionamento extra conjugal e vai em busca de respostas.

ELLI HAWORTH é jornalista e está em fase bem complicada no trabalho, muito desatenta, sem inspiração e com risco de perder o emprego. Tudo pelo fato de estar em um relacionamento com um homem casado e sem perspectiva de continuar, o que a está afetando.
Quatro décadas se passaram após a história de Jennifer,  e Ellen é encarregada de fazer uma matéria sobre a evolução feminina. Se depara com uma das cartas de “B” para Jennifer e vê a possibilidade de fazer um reencontro entre os amantes. O fato a deixa obcecada, mas ela não desiste, pois acredita que pode assim, dar uma solução a seu próprio relacionamento.

O que ela não sabe é que as respostas estão mais próximas dela do que pode imaginar.

ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTORA:

A primeira coisa que quero destacar é o tamanho da fonte dessa edição que dificultou muito a leitura e retardou terminá-la.
Gastei muito dos artifícios usados pela autora, o que já é uma característica dela: história no passado que envolve o presente e de alguma forma fecham o enredo de maneira espetacular. E o uso de cartas.
Gosto demais quando cartas compõe o enredo, não apenas pelo fato de fazer correspondência há quase 40 anos, mas sim pelo fato de serem registros quase nunca levados em conta e que podem desvendar mistérios que permeiam a vida da pessoas envolvidas.
Os dois artifícios trazem a dinamicidade do enredo e envolvem o leitor de uma forma plena e absoluta, fazendo com que acompanhemos cada detalhe e fiquemos na torcida para que tudo seja solucionado da melhor maneira possível.
Como boa romântica fiz aquela leitura de torcida, na esperança que todos os fatos fossem esclarecidos e que Ellie conseguisse desvendar e reunir todo passado de Jennifer.
Algumas pequenas coisas me incomodaram, principalmente nos trechos que se referiam a atualidade. A protagonista parece um tanto perdida em seus próprios problemas e por vezes, sentia que não estava nem aí para mais nada, a não ser o mistério que envolvia a personagem do passado.
Agora toda história que se passa no passado, é totalmente envolvente e conquistador, compensou todos os outros equívocos e tornou a história ainda mais fascinante.
Recomendo para quem gosta de um romance bem construído, com personagens bem definidos e intensos e claro, o melhor, o final com uma reviravolta de tirar o fôlego.

NOTA : 4,00 de 5,00


Emoticon triste



SOBRE A AUTORA:

Jojo Moyes


Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent por 10 anos. Publicou seu primeiro livro em 2002, e desde então dedica-se integralmente à carreira de escritora.

CHEIRINHOS
RUDY


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