Mostrando postagens com marcador fantasia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fantasia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

FAVELA GÓTICA – Fabio Shiva



Essa não é a primeira resenha que faço de um livro que eu mesmo escrevi, graças a Deus! E, se Ele quiser, tampouco será a última!

Claro está que não me cabe falar dos méritos da obra, a não ser dos que não me dizem respeito, tais como a belíssima e impactante capa feita pelo querido Sergio Carmach. Se eu visse um livro com uma capa dessas em uma livraria, garanto que ficaria doidinho para ler! Outro elogio que posso fazer é à impecável e minuciosa editoração da Verlidelas Editora, que já nasce com o firme compromisso de publicar qualidade. E também posso louvar o sinistríssimo book trailer de Fabrício Barretto, que dá o recado em 1 minuto exato:

Book trailer (YouTube):

Book trailer (Facebook):

O que quero contar aqui é um pouco dos bastidores, da “história por trás da história”: as motivações e intenções que me levaram a escrever este livro. “Favela Gótica” nasceu de um episódio traumático que tive a oportunidade de testemunhar, envolvendo uma pequena comunidade de usuários de crack. Saí dessa experiência com a nítida impressão de que não há muita diferença entre esses viciados em drogas pesadas e os zumbis dos filmes de terror. E foi exatamente aí que nasceu a ideia persistente de que no fundo toda a nossa sociedade moderna é profundamente monstruosa, em todos os níveis. E de que tudo o que chamamos de civilização não passa de uma fina camada de verniz hipócrita que cobre essa monstruosidade essencial do mundo que construímos. Uma vez que essa ideia entrou em minha cabeça, não saiu mais e passou a me assombrar dia e noite. O jeito de me livrar dela foi escrever este livro.

Por aí se pode perceber que a crítica social é a tônica da narrativa. Contudo, em termos de gênero, “Favela Gótica” pode ser considerada uma obra de fantasia ou mesmo de terror, por envolver personagens monstruosos: zumbis, lobisomens, endemoniados, vampiros, ogros, múmias e outros seres bestiais. Devido ao tom futurista/pessimista, também é possível classificar a narrativa como distópica. E como não poderia deixar de ser, há também elementos de meus gêneros favoritos: suspense policial e ficção científica. Ou seja, somente cada um lendo para saber o que achou!

[Qual é o seu tipo de monstro? Faça o teste e descubra!]

Aqui eu quis experimentar algumas estruturas bem específicas:

1) Narrativa no tempo presente.

2) Duas narrativas paralelas, sendo uma a narrativa principal e a outra, dos “Registros Akáshicos”, uma espécie de comentário, com a progressiva introdução de uma ação paralela.

3) Uso de epígrafes no início de cada capítulo. Para facilitar a questão dos direitos autorais, utilizei apenas citações que já estão em domínio público. Fiquei satisfeito com as frases que aparecem no livro, mas por meu gosto teria citado apenas autores brasileiros.

4) O título de cada capítulo é também a última frase do capítulo. Essa ideia é uma adaptação do recurso utilizado por Clarice Lispector em “A Paixão Segundo G.H.”, que repete a mesma frase no início e no fim dos capítulos.

5) A narrativa segue uma estrutura que denominei “terceiro agarradinho”: a narração é na terceira pessoa, mas o narrador abdica de sua onisciência para seguir exclusivamente as ações do protagonista. Notei esse recurso pela primeira vez no incrível “O Talentoso Ripley” de Patrícia Highsmith.

6) Rendo um tributo especial a um de meus autores favoritos, Anthony Burgess, com citações mais ou menos ocultas a “Laranja Mecânica” e “As Últimas Notícias do Mundo”.

7) Outra citação que acabou ficando meio escondida é o título do último capítulo: “Quando nós três nos veremos de novo?”, que foi a maneira como eu traduzi a frase de abertura de “Macbeth”, minha tragédia favorita de Shakespeare: “When shall we three meet again?” Contudo fiquei surpreso ao constatar que as edições brasileiras trazem traduções bem diferentes desse verso, a ponto de tornar a citação virtualmente invisível!

8) E é claro que não poderia faltar a autorreferência! Aqui trato de uma de minhas obsessões, que também aparece em meu primeiro romance, “O Sincronicídio”: o trítono, intervalo musical também conhecido como diabolus in musica.

9) O livro é dividido em duas partes: Das Trevas e Para a Luz. Uma curiosidade é que levei três anos escrevendo a parte Das Trevas, enquanto que a parte Para a Luz foi toda escrita em exatos 30 dias!

Gratidão profunda à Musa Melpômene, por me permitir ouvir o seu dorido e plangente canto! E viva a nossa Literatura Brasileira!



Adquira o livro “Favela Gótica” no link abaixo:


sexta-feira, 2 de março de 2018

FERRAMENTAS DOS DEUSES – Fábio Bahia



“Haja ou não deuses, deles somos servos.”
Fernando Pessoa

Os contos fantásticos de “Ferramentas dos Deuses”, do xará e conterrâneo Fábio Bahia, apresentam uma ideia muito interessante: e se as lendas e mitos do passado, a respeito de deuses e criaturas fabulosas, tiverem algum fundo de verdade?

Esse é um tema que muito me interessa, normalmente associado às teorias dos “alienígenas do passado”. Mas esse não foi o caminho trilhado por Fábio Bahia. Sua originalidade foi propor uma versão alternativa para o binômio “deuses ou etês”... Que versão é essa, só lendo para saber!

A narrativa é muito bem cuidada e atenta a detalhes, com a preocupação de fornecer um contexto didático para cada história. Por esse motivo, “Ferramentas dos Deuses” é um livro que pode ser apreciado pelo público em geral, com destaque para jovens e adolescentes que começam a se aventurar no mundo das letras, e irão encontrar aqui uma boa fonte de diversão e instrução.

Na segunda parte do livro o autor explora uma temática diferente, com ênfase na brasilidade dos temas. Por esse motivo, fiquei com vontade de ler uma continuidade de “Ferramentas dos Deuses” unindo as boas qualidades da primeira e da segunda parte, ou seja, explorando histórias fantásticas inspiradas na mitologia e no folclores brasileiros!

E viva a nossa Literatura Nacional!


\\\***///


ESCRITORES PERGUNTAM, ESCRITORES RESPONDEM
Escrever para quê? 
Doze escritores dos mais diversos estilos e tendências, cada um de seu canto do Brasil, reunidos para trocar ideias sobre a arte e o ofício de escrever. O resultado é este livro: um bate-papo divertido e muito sério, que instiga o leitor a participar ativamente da reflexão coletiva, investigando junto com os autores os bastidores da literatura moderna. Uma obra única e atual, recomendada a todos os que amam o mundo dos livros.
Disponível no link abaixo, leia e compartilhe:
http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5890058

 

domingo, 19 de abril de 2015

RESENHA - ”O ENCANTADOR DE FLECHAS” (LITERATURA NACIONAL) - RENAN CARVALHO



LIVRO:”O ENCANTADOR DE FLECHAS”
(LITERATURA NACIONAL)
SÉRIE:SUPERNOVA
AUTOR: RENAN CARVALHO
ILUSTRAÇÃO: LICÍNIO SOUZA
EDITORA: NOVO CONCEITO
PÁGINAS – 438
1ª  EDIÇÃO
  IMPRESSÃO 2015
CATEGORIA: FICÇÃO BRASILEIRA
ASSUNTO: FANTASIA
ISBN: - 978-85-8163-679-5

 Supernova
 


CITAÇÃO: A honestidade não é uma característica forte em mim, só que ultimamente eu não tenho sido honesta nem comigo mesma. Tenho fingido permanecer inerte diante de uma enxurrada de sentimentos medíocres como o medo, a pena, a compaixão e o amor. Já não adianta, não consigo mais me enganar. Todas essas sensações estão afetando meus objetivos e, neste exato momento, elas me cegam de tal forma que não consigo continuar...” (pág. 213)


 




ANÁLISE TÉCNICA:


-CAPA-

Rapaz louro com arco nas costas observando atrás da parede um bruxo (?) todo de preto com espada na mão e pedindo silêncio.
Capa feita por Licínio Souza.
Bem bonita!


(nota:5,00 de 5,00)



-DIAGRAMAÇÃO:

Folhas amareladas com letras pretas.
Conteúdo: dedicatória; sumário; prólogo; dividido em quatro partes numeradas em romanos, com títulos e por quem é narrado, além de logotipo de arco e flecha estilizados; são 30 capítulos numerados;  três apêndices: personagens, guia de Acigam e a ciência das energias; capítulo extra e iniciação do livro II: A ESTRELA DOS MORTOS.



Ilustrações de Licínio Sousa. 




Impressão e acabamento Corprint 300115.
Produção editorial Equipe Editora Novo Conceito.
A diagramação está completa e perfeita!!!

(nota:5,00 de 5,00 )



- ESCRITA:

A narrativa é feita em 1ª pessoa pelo protagonista Leran Yandel nas partes I, II e final; e por Judra na parte III.
Os diálogos são dinâmicos e a escrita condizente com o enredo fantástico, de fácil entendimento e fluidez.
Não encontrei erros de qualquer forma (mas pode haver, o fato é que fiquei tão envolvida na leitura que nem percebi se havia algum erro gráfico ou ortográfico).


(nota:5,00 de 5,00)



CITAÇÃO: “Rapidamente alcançamos o solo e, em seguida, a parte dos fundos do palácio, onde não encontro nenhum sinal de guardas. Neste momento, todos lutam contra os rebeldes que tentam invadir o lugar. Nem imaginam o que acabou de acontecer na torre.” (pág. 388)

RESUMO SINÓPTICO:

Leran Yandel mora em Acigam, local isolado, com ditadura implacável pela opressão de seus governantes  e com ameaça de guerra civil. De um lado a Guilda, tipo uma sociedade secreta que aprendeu a observar os fenômenos da natureza e desenvolveu estudos, usando os ensinamentos da Ciência das Energias que serve de matéria-prima para tudo que existe, desenvolveram um conhecimento avançado, levando sua civilização à supremacia. Do outro lado um governo tirano, que recruta soldados para se tornarem especialistas em aniquilar ‘magos’ praticantes da nova ciência (A Guilda).

Leran está terminando os estudos e terá de escolher entre ser soldado governante ou trabalhar no comércio de Acigam com seu avô Brtor, que tem uma loja e começa a ensiná-lo a arte da manipulação dos elementos da natureza. Seu sonho mesmo é desbravar as fronteiras de Acigam e conhecer novas cidade, estados, países...as fronteiras entretanto estão fechadas e ele ainda se sente responsável pela mãe Laura e irmã Luana.

Na escola Leran treina com arco e flecha e de acordo com seu professor Cortez é o melhor aluno que tem na arte da arqueria. No dia da formatura, Leran é convidado por Felix Barolfen, capitão da Guarda Real que serve ao Rei Evandro Cadorcia a fazer parte da guarda real.Leran promete pensar na proposta até se ver envolvido na rebelião e tentar aprender mais sobre sua misteriosa habilidade de encantar objetos com a energia dos elementos.

Conhece Judra de forma casual, aparentemente casual e acaba se apaixonando; passam a manter contato diariamente e o amor é inevitável de ambas as partes... até que descobre que esse ‘namoro’ está fadado ao fim...




ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTOR:

Quem me acompanha aqui no blog e nas redes sociais, sabe da minha predileção pela ficção científica, um dos primeiros estilos que aprendi a ler na infância através dos contos de Issac Isimov; aliada a ficção, o gênero fantasia ligada a magia, é outra de minhas paixões. E foi tudo isso que encontrei nesse livro.

Fazia tempo que não lia uma ficção fantasia tão bem escrita, carregada de detalhes importantíssimos para o entendimento do enredo e para a compreensão de todas as vertentes que se desenrolam no enredo altamente criativo e envolvente.

E talvez os detalhes a que temos de estar atentos seja o ponto questionável para algumas pessoas, porque se não tiver atenção, poderá perder a vertente da estória e pode se tornar um ponto negativo. Não para mim porque amo os detalhes, por causa dos livros de suspense e policial, mas para os leitores um tanto mais desatentos.

Veja, não quero dizer com isso que a história não seja dinâmica, muito pelo contrário, a ação permeia o livro do início ao fim, cheira de reviravoltas e novos acontecimentos inseridos na trama durante toda a leitura; porém aqueles leitores que querem apenas a ação sem explicação, poderá não achar o livro tão bom. Mas é bom demais!

Da construção das personagens às descrições dos lugares, das magias, das lutas, tudo é bem elaborado, tem profundidade e não ficamos com pontas soltas. Tudo é explicado a seu tempo e claro, deixando o gancho para a continuação da série.

Já deu para notar que o livro me conquistou de maneira integral e sabe o que é o melhor, é de um autor nacional gente! Vê que orgulho para nós! Recomendo o livro várias vezes para os amantes de uma boa ficção fantasia.



NOTA : 5,00 de 5,00




smiley livrosmiley livrosmiley livro smiley livrosmiley livro



SOBRE O AUTOR:

 



CORTESIA EDITORA NOVO CONCEITO!
 
 
 
 
 
cheirinhos
Rudy 
 
 
 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

RESENHA - ”EVE & ADAM” - KATHERINE APPLEGATE E MICHAEL GRANTE




LIVRO:”EVE & ADAM”

TÍTULO ORIGINAL:”EVE & ADAM”

AUTOR(ES): KATHERINE APPLEGATE E MICHAEL GRANTE

TRADUÇÃO: CAROLINA RAQUEL CAIRES COELHO

EDITORA: NOVO CONCEITO

PÁGINAS –269

1ª  EDIÇÃO

IMPRESSÃO 2014

CATEGORIA: FICÇÃO NORTE-AMERICANA

ASSUNTO: FANTASIA

ISBN: - 978-85-8163-443-2

 

 





CITAÇÃO: Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. A arte é saber quais ocultar”. (pág. 127)








ANÁLISE TÉCNICA:





-CAPA-

A capa desse livro é uma das mais lindas na minha opinião.

Fundo azul com maça vermelha e um parte como um quebra cabeças prateado, saindo alguns pequenos raios.

Design da capa: @Rich Deas.





(nota:5,00 de 5,00)







-DIAGRAMAÇÃO:

 



Folhas amareladas e letras pretas um pouquinho acima da média, ótima para leitura.

Conteúdo: dedicatória; 43 capítulos numerados e com títulos correspondentes a cada protagonista e logotipo de uma pequena maçã; e, agradecimentos.



Produção editorial: Equipe Novo Conceito.

Impressão e acabamento Prol 071014.

Formato/Acabamento: 16x23x1,7

Peso: 0.37 kg



(nota:4,70 de 5,00 )







- ESCRITA:



A narrativa é feita em 1ª pessoa na visão dos três protagonistas principais: Eve, Solo e Adam, mostrando o ponto de vista de cada um.

Escrita dinâmica, fluida e envolvente, mostrando alguns termos técnicos envolvidos com a computação.

Diálogos inteligentes.

Um ou outro erro de ortográfica e concordância, nada que atrapalhe ou interfira na leitura.



(nota:4,80 de 5,00)







CITAÇÃO: “-Não existe sempre – digo. – Nada persiste para sempre.

- O nada persiste – ela diz. Ela está me testando.

- Não. Assim como as coisas existem, o nada dá espaço a alguma coisa. O nada que precedeu o Bing Bang foi destruído. O nada se tornou algo.” (pág. 189)



RESUMO SINÓPTICO:



Evening (Eve) é filha única da geneticista Terra Spiker, conhecida por seus estudos e poderosíssima. Sofre um atropelamento e perde a perna. É transferida as pressas para o complexo Spiker, onde tem toda assistência dos ‘empregados’ da mãe e tem sua perna totalmente reconstituída com uma rapidez nunca vista e ela passa a ficar curiosa para entender o que acontece.



Solo é um ‘apadrinhado’ da Dra. Spiker e vive no complexo há muito tempo. Sabe os segredos,os locais adequados para se esconder (porque tudo é monitorado) e tenta uma aproximação com Eve. Nunca havia sentido nada do que sente quando a vê e quer ‘aprender’ que sentimentos são esses.Solo foi o responsável pela retira da Eve do hospital e por levá-la para Spiker Biophermaceuticals, unidade de pesquisa que pertence a mãe de Eve.



Quando Eve está entediada por ter de ficar no isolamento enquanto sua perna se recupera, sua mãe a designa para ser a pioneira em um novo projeto feito para estudar a genética humana. Eve poderá criar uma simulação do ser que ela acha perfeito. A criação começará do zero, onde terá de escolher: olhos, cabelos, músculos, cérebro, traços da personalidade. Eve está criando ADAM...



Brincar de Deus tem suas consequências e Eve vai descobrir que a perfeição é questionável e até que ponto a ciência é desenvolvida.



ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTOR(ES):



Como boa apreciadora de ficção, fiquei bem empolgada quando recebi esse livro para análise. Mexer com o genoma humano é algo delicado, porque é uma modificação perigosa e fiquei bem curiosa para ver como seria a abordagem dos autores.



Não vou dizer que me decepcionei, porque é um livro de ficção, entretanto esperava um pouco mais, um aprofundamento maior sobre a própria ficção. Ainda assim é um livro interessante e que nos faz questionar certos aspectos da tecnologia científica futurista.



Eve cria Adam perfeito, e coloca perfeito nisso, porém ele não tem experiência, embora aprenda com facilidade. É um ser lindo, embora um tanto apático no sentido de tomar atitudes, afinal, é como um bebê que acaba de nascer.



Ao descobrir as ‘atrocidades’ que acontecem no complexo, Eve fica encurralada: entrega ou não sua mãe por tudo que acontece atrás daquelas paredes? E aí acaba se metendo em uma aventura de fuga digna dos filmes hollywodianos e com ajuda de Solo e Adam, consegue tomar uma decisão.



O livro é bom como aventura e questionamentos sobre manipular a ciência, como ficção científica deixa um pouco a desejar, como fantasia... é uma ótima leitura.Bom de ler sem grandes expectativas.





NOTA : 4,00 de 5,00


smiley livrosmiley livrosmiley livro smiley livroEmoticon triste





SOBRE O(s) AUTOR(ES):





MICHAEL GRANT: 

 



Michael Grant é o co-autor das séries Animorphs e Everworld, como também criador e autor das séries Gone e The Magnificent 12. Michael cresceu numa família militar, frequentando dez escolas em cinco estados e três escolas na França. Quando adulto, se tornou um escritor em parte porque "era um dos poucos trabalhos que não iria prendê-lo a um lugar específico". Ele vive em Irvine, na Califórnia, com sua esposa, Katherine Applegate, seus dois filhos, e muitos animais de estimação.



KATHERINE APPLEGATE:

 



Nascida em 9 de outubro de 1956,  é uma escritora norte-americana, mais conhecida como o autora dos Animorphs, Restos, Everworld e outra série de livros. Ela ganhou a Medalha Newbery 2013 para o romance de seus filhos The One and Only Ivan(lançado pela Editora Novo Conceito). Livros mais populares do Applegate são ficção científica, fantasia e romances de aventura. Ela ganhou o prêmio série de livros das melhores crianças em 1997, em Nova Publishers Weekly. Seu livro Home of the Brave ganhou dois prêmios. Ela escreveu recentemente uma série primeiros capítulos chamado Regras Riley Roscoe.





Cortesia Grupo Editorial Novo conceito!! 
 

cheirinhos
Rudy
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...