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domingo, 27 de maio de 2018

2 DE JULHO – INDEPENDÊNCIA DA BAHIA E DO BRASIL – Álvaro Pinto Dantas de Carvalho Júnior e Ubaldo Marques Porto Filho



Bela iniciativa do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IBGH) - (https://www.facebook.com/InstitutoHistoricoDaBahia/), que lançou este belo livro ricamente ilustrado em edição de excelente qualidade. A história por detrás do 2 de Julho é muito pouco conhecida pelos baianos, e menos ainda pelos brasileiros como um todo, daí a relevância desta obra, especialmente para professores e estudantes de História.

Gratidão ao querido amigo Jaime Nascimento por ter me presenteado com esta bela lembrança de como é um privilégio ser baiano!!!

Uma versão PDF do livro está disponível no site do IGHB:

Matéria sobre o lançamento do livro:

Hino ao 2 de Julho


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ESCRITORES PERGUNTAM, ESCRITORES RESPONDEM
Escrever para quê? 
Doze escritores dos mais diversos estilos e tendências, cada um de seu canto do Brasil, reunidos para trocar ideias sobre a arte e o ofício de escrever. O resultado é este livro: um bate-papo divertido e muito sério, que instiga o leitor a participar ativamente da reflexão coletiva, investigando junto com os autores os bastidores da literatura moderna. Uma obra única e atual, recomendada a todos os que amam o mundo dos livros.
Disponível no link abaixo, leia e compartilhe:
http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5890058

 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

HISTÓRIA UNIVERSAL – AS CRUZADAS – Carl Grimberg




O volume 11 da Coleção História Universal, de Carl Grimberg, trata da época das Cruzadas. O livro é ilustrado por várias fotos e a narrativa é bem direta e fácil de ler. Acho muito válido de vez em quando procurar conhecer um pouco de outros tempos e lugares, só para lembrar que muita coisa que tomamos como verdade eterna não passa de modinha da semana...

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“Em 1073, no próprio ano em que foi eleito papa, Gregório promulgou a proibição de casamento de eclesiásticos. Os padres que recusassem separar-se das suas mulheres seriam imediatamente abrangidos pelo interdito.”



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A MARCA – Fabio Shiva

Um intrigante conto de mistério e assassinato que tem como pano de fundo a saga dos Anunnaki... “A MARCA” foi originalmente publicada em “REDRUM – Contos de Crime e Morte” (Caligo Editora, 2014), sendo um dos sete contos selecionados para a antologia. Em 2016 a história foi republicada no livro duplo de contos “Labirinto Circular / Isso Tudo É Muito Raro”, de Fabio Shiva (Cogito Editora). E agora está disponível aqui. Boa leitura!
http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5825862
 

 

quinta-feira, 19 de abril de 2018

HISTORIA TERRITORIAL DO BRAZIL – Felisbello Freire



Curioso exemplo de “história da história”, essa edição fac-similar preparada pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia a partir de uma obra publicada originalmente no século XIX. Lendo o português de cento e poucos anos atrás, é muito interessante poder constatar como nossa língua é mesmo algo vivo e dinâmico, que se transforma a cada dia.

Gratidão ao caro amigo Jaime Nascimento pela oportunidade de conhecer esse belo trabalho!

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“A Historia Territorial do Brazil é, ainda hoje, um livro único no que se refere ao tratamento da terra – ocupação do território e seu funcionamento inicial.”

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ESCRITORES PERGUNTAM, ESCRITORES RESPONDEM
Escrever para quê? 
Doze escritores dos mais diversos estilos e tendências, cada um de seu canto do Brasil, reunidos para trocar ideias sobre a arte e o ofício de escrever. O resultado é este livro: um bate-papo divertido e muito sério, que instiga o leitor a participar ativamente da reflexão coletiva, investigando junto com os autores os bastidores da literatura moderna. Uma obra única e atual, recomendada a todos os que amam o mundo dos livros.
Disponível no link abaixo, leia e compartilhe:

http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5890058

quarta-feira, 24 de maio de 2017

BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO – Francisco Cândido Xavier (Espírito Humberto de Campos)


Muito interessante e inspirador esse relato mediúnico ditado pelo espírito Humberto de Campos ao mahatma (“grande alma”) brasileiro Chico Xavier. Trata-se, em resumo, de uma narrativa da história do Brasil, desde o descobrimento até o início do século XX, pelo ponto de vista da espiritualidade.

Essa narrativa atende a duas elevadas metas. Em primeiro lugar, procura demonstrar como cada acontecimento da vida serve a um propósito maior, como “nada acontece por acaso”. Assim, os diversos e nem sempre edificantes episódios da história brasileira serviram, de acordo com o livro, a preparar e construir o destino do Brasil como “coração do mundo, pátria do evangelho”, para que possamos cumprir a luminosa missão profetizada por Chico Xavier em um futuro próximo. É que, em uma perspectiva mais ampla, a história do Brasil se situa na história planetária, culminando no atual momento de transição de consciência e paradigmas. Esta é a segunda e altíssima meta do livro: profetizar o fim do mundo como nós o conhecemos!

Está lá escrito, com todas as letras:

“As rajadas de morticínio e de dor avassalarão a alma da humanidade, no século próximo, dentro dos imperativos das transições necessárias, que serão o sinal do fim da civilização precária do Ocidente.”

Em outro trecho, Chico afirma:

“Porque, a realidade é que o Brasil, na sua situação especialíssima e com o seu patrimônio imenso de riquezas, não poderá insular-se do resto do mundo ou acastelar-se na sua posição de Pátria do Evangelho, embora a época seja de autarquias detestáveis, neste período de decadência e transição de todos os sistemas sociais.”

Essas são palavras do mesmo homem que previu que encontraríamos água na Lua e que o Brasil descobriria grandes reservas de petróleo no fundo do mar, décadas antes que isso acontecesse!

Essas profecias sobre o papel do Brasil durante a transição planetária estão intimamente relacionadas com as profecias relatadas no filme “Data Limite”, que recomendo muitíssimo (https://youtu.be/4JxukHvGVzE).



Quanto ao livro, está disponível online no link:


De resto, só tenho a agradecer ter nascido no mesmo país que um ser tão luminoso quanto Chico Xavier! Gratidão, querido Mahatma Chico!


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MANIFESTO – Mensageiros do Vento

Um experimento literário realizado com muita autenticidade e ousadia. A ideia é apresentar um diálogo contínuo, não de diversos personagens entre si, mas entre as diversas vozes de um coral e o leitor. Seguir a pista do fluxo da consciência e levá-la a um surpreendente ritmo da consciência. A meta desse livro é gerar ondas, movimento e transformação na cabeça do leitor. Clarice Lispector, Ferreira Gullar, James Joyce e Virginia Woolf, entre outros, são grandes influências. Por demonstrarem que a literatura pode ser vista como uma caixa fechada, e que um dos papéis mais essenciais do escritor é, de dentro da caixa, testar os limites das paredes... Agora imagine esse livro escrito por uma banda de rock! É o que encontramos no livro MANIFESTO – Mensageiros do Vento, disponível aqui. Leia e descubra por si mesmo!
http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5823590

sábado, 26 de outubro de 2013

O LIVRO PERDIDO DE ENKI – Zecharia Sitchin


Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre

Extraordinária obra compilada por Zecharia Sitchin, sem dúvida a maior autoridade mundial em Suméria, a mais antiga civilização humana conhecida.

O texto reúne transcrições de tabuletas da Suméria (algumas com mais de 6.000 anos de idade) com trechos da Bíblia e de inúmeras outras fontes, para recompor o Livro Perdido de Enki, a autobiografia escrita pelo suposto criador da raça humana.

Duas observações para que o texto não seja descartado de imediato como sandice:

1) Os sumérios conheciam profundamente astronomia, chegando a conhecer até a composição dos planetas após Saturno (Urano, Netuno e Plutão), que só foram descobertos por nossa civilização muito recentemente. Quando as sondas enviadas pela NASA confirmaram na minúcia o que estava escrito nas milenares tabuletas sumerianas, Zecharia Sitchin foi contratado como especialista em assuntos bíblicos.

2) Isso porque os textos da antiga Suméria guardam uma espantosa semelhança com o que está escrito no Antigo Testamento. O primeiro texto sumeriano foi traduzido por volta de 1900 por um estudioso russo que acabou ficando louco com a sua descoberta: era a narrativa do dilúvio, tintim por tintim... com uma importante diferença: no lugar do Deus bíblico, estavam os Anunnaki, alienígenas oriundos do planeta Nibiru e criadores da raça humana...

E o que nos conta o Livro Perdido de Enki? Resumidamente, é isso aí:

* Além dos conhecidos nove planetas de nosso sistema solar, que orbitam na Eclíptica, existe um décimo planeta que tem órbita perpendicular aos demais: Nibiru ou Planeta X. No princípio dos tempos, Nibiru chocou-se com Tiamat, que foi esfacelado: metade de Tiamat tornou-se a Terra, o satélite de Tiamat virou a Lua e os outros pedaços passaram a formar o cinturão de asteróides.

* Em Nibiru surgiu a raça dos Anunnaki, seres humanóides de estatura elevada. O planeta possui uma densa atmosfera alimentada por vulcões: é essa atmosfera que mantém a temperatura constante quando Nibiru se afasta do Sol e que também preserva do calor quando está mais próximo.

* A atividade dos vulcões começou a diminuir em Nibiru, causando riscos à vida no planeta. A solução encontrada pelos cientistas Anunnaki foi pulverizar ouro na atmosfera. Mas onde encontrar ouro? Eles sabiam que na Terra (metade de Tiamat) poderiam encontrar o precioso metal.

* Os Anunnaki vieram à Terra (“anunnaki” significa “aqueles que do céu para a terra vieram”) há 400.000 anos e instalaram as primeiras bases para minerar o ouro. Logo os astronautas Anunnaki se rebelaram pelos duros trabalhos de mineração. A solução foi criar um trabalhador primitivo, misturando genes anunnaki aos de uma criatura que já existia na Terra. Foi assim que Enki, príncipe Anunnaki, criou Adamo, o primeiro homem.

* Muito tempo depois, pela aproximação de Nibiru, acontece o dilúvio. Contrariando o desejo de seu irmão Enlil, que queria que os terrestres fossem extintos, Enki orienta o terrestre Ziuzudra a construir uma arca impermeável, onde são armazenados os códigos genéticos das espécies animais e vegetais.

* Muito tempo depois, conflitos de poder entre os Anunnaki acabam gerando uma guerra nuclear, que põe fim à civilização suméria.



Pura fantasia??? Loucura total??? Vejamos alguns fatos:

* Foram descobertas na Áfricas ruínas de uma civilização com 200 mil anos de idade. Há também evidências de uma mina com mais de 100 mil anos.

* Na década de 1980 foi noticiado em diversos jornais (inclusive o New York Times) a descoberta de um décimo planeta, a julgar pelas variações constatadas na órbita de Plutão. De lá para cá, os meios oficiais silenciaram completamente a respeito do misterioso planeta X.

* Há evidências de detonações nucleares no deserto de Gobi (?), onde a uma profundidade de centenas de metros há uma camada de vidro, como se a areia tivesse sido submetida a altíssimas temperaturas.

Ou seja, esta é uma leitura para abalar as estruturas!!!

Recomendadíssimo!!!


  
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ANUNNAKI – Mensageiros do Vento
http://youtu.be/tJhDrVK-BOQ

  

quinta-feira, 1 de março de 2012

HISTÓRIA DO XADREZ – Edward Lasker


Interessante e instrutivo, este livro é indicado para todos que se interessam pelo ‘Jogo dos Reis’, sejam iniciantes ou experientes.

O maior encanto do livro é ter sido escrito por alguém que participou ativamente da história que se propõe a contar.

A modéstia impede o autor de entrar em detalhes, mas a narrativa em primeira pessoa dos memoráveis encontros e partidas idem com os maiores nomes do xadrez na primeira metade do século XX (Capablanca e Alekhine são apenas os mais famosos de uma longa lista) não deixa dúvida: Edward Lasker não era fraquinho no xadrez, não.

Trata-se de um livro escrito por alguém que ama e conhece profundamente a arte do xadrez. De seu privilegiado ponto de observação, o de um mestre entre mestres, Lasker retrata o modo de pensar e até mesmo traços da personalidade de todos os campeões mundiais de xadrez que conheceu. Essa é uma das melhores partes do livro, mas tem muito mais:

* A história do jogo, desde a sua remota e lendária origem na Índia até os dias do ‘jogador eletrônico de xadrez’ (o livro foi publicado em 1959 e contém uma detalhada e valiosa descrição dos primeiros esforços da ciência em produzir uma ‘Inteligência Artificial’, ou seja, uma máquina capaz de pensar).

* Relações do xadrez com as artes afins (literatura, pintura, música e matemática).

* Famosos jogadores de xadrez, como Napoleão, que era um péssimo jogador e um perdedor ainda pior.

* Reflexões sobre o ‘estado atual do xadrez de mestre’, com a interessante sugestão de que a ‘era científica’ vem transformando a arte em mero decoreba (obviamente o autor expressou-se com muito mais elegância e sutileza...).



E o melhor de tudo é que não é preciso saber jogar xadrez para gostar de ler essa “História do Xadrez”. A segunda parte do livro, essa sim, é mais um apêndice com uma cartilha de xadrez para quem deseja aprimorar-se no jogo.

Gostei muito de ter lido esse livro. Um dos maiores ganhos foi a descoberta de que existe todo um grupo de pessoas como eu, que se interessam mais pelo lado estético e filosófico do xadrez que pelo jogo em si.

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