Bela
iniciativa do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IBGH) - (https://www.facebook.com/InstitutoHistoricoDaBahia/),
que lançou este belo livro ricamente ilustrado em edição de excelente
qualidade. A história por detrás do 2 de Julho é muito pouco conhecida pelos
baianos, e menos ainda pelos brasileiros como um todo, daí a relevância desta
obra, especialmente para professores e estudantes de História.
Gratidão
ao querido amigo Jaime Nascimento por ter me presenteado com esta bela
lembrança de como é um privilégio ser baiano!!!
Uma
versão PDF do livro está disponível no site do IGHB:
Doze
escritores dos mais diversos estilos e tendências, cada um de seu canto do
Brasil, reunidos para trocar ideias sobre a arte e o ofício de escrever. O
resultado é este livro: um bate-papo divertido e muito sério, que instiga o
leitor a participar ativamente da reflexão coletiva, investigando junto com os
autores os bastidores da literatura moderna. Uma obra única e atual,
recomendada a todos os que amam o mundo dos livros.
O
volume 11 da Coleção História Universal, de Carl Grimberg, trata da época das
Cruzadas. O livro é ilustrado por várias fotos e a narrativa é bem direta e
fácil de ler. Acho muito válido de vez em quando procurar conhecer um pouco de
outros tempos e lugares, só para lembrar que muita coisa que tomamos como
verdade eterna não passa de modinha da semana...
***
“Em
1073, no próprio ano em que foi eleito papa, Gregório promulgou a proibição de
casamento de eclesiásticos. Os padres que recusassem separar-se das suas
mulheres seriam imediatamente abrangidos pelo interdito.”
\\\***///
A MARCA – Fabio
Shiva
Um
intrigante conto de mistério e assassinato que tem como pano de fundo a saga
dos Anunnaki... “A MARCA” foi originalmente publicada em “REDRUM – Contos de
Crime e Morte” (Caligo Editora, 2014), sendo um dos sete contos selecionados
para a antologia. Em 2016 a história foi republicada no livro duplo de contos
“Labirinto Circular / Isso Tudo É Muito Raro”, de Fabio Shiva (Cogito Editora).
E agora está disponível aqui. Boa leitura!
Curioso
exemplo de “história da história”, essa edição fac-similar preparada pelo
Instituto Geográfico e Histórico da Bahia a partir de uma obra publicada
originalmente no século XIX. Lendo o português de cento e poucos anos atrás, é
muito interessante poder constatar como nossa língua é mesmo algo vivo e
dinâmico, que se transforma a cada dia.
Gratidão
ao caro amigo Jaime Nascimento pela oportunidade de conhecer esse belo
trabalho!
***
“A
Historia Territorial do Brazil é, ainda hoje, um livro único no que se refere
ao tratamento da terra – ocupação do território e seu funcionamento inicial.”
\\\***///
ESCRITORES
PERGUNTAM, ESCRITORES RESPONDEM
Escrever
para quê?
Doze
escritores dos mais diversos estilos e tendências, cada um de seu canto do
Brasil, reunidos para trocar ideias sobre a arte e o ofício de escrever. O
resultado é este livro: um bate-papo divertido e muito sério, que instiga o
leitor a participar ativamente da reflexão coletiva, investigando junto com os
autores os bastidores da literatura moderna. Uma obra única e atual,
recomendada a todos os que amam o mundo dos livros.
Muito
interessante e inspirador esse relato mediúnico ditado pelo espírito Humberto
de Campos ao mahatma (“grande alma”) brasileiro
Chico Xavier. Trata-se, em resumo, de uma narrativa da história do Brasil,
desde o descobrimento até o início do século XX, pelo ponto de vista da
espiritualidade.
Essa
narrativa atende a duas elevadas metas. Em primeiro lugar, procura demonstrar
como cada acontecimento da vida serve a um propósito maior, como “nada acontece
por acaso”. Assim, os diversos e nem sempre edificantes episódios da história
brasileira serviram, de acordo com o livro, a preparar e construir o destino do
Brasil como “coração do mundo, pátria do evangelho”, para que possamos cumprir a
luminosa missão profetizada por Chico Xavier em um futuro próximo. É que, em
uma perspectiva mais ampla, a história do Brasil se situa na história
planetária, culminando no atual momento de transição de consciência e
paradigmas. Esta é a segunda e altíssima meta do livro: profetizar o fim do
mundo como nós o conhecemos!
Está
lá escrito, com todas as letras:
“As
rajadas de morticínio e de dor avassalarão a alma da humanidade, no século
próximo, dentro dos imperativos das transições necessárias, que serão o sinal
do fim da civilização precária do Ocidente.”
Em
outro trecho, Chico afirma:
“Porque,
a realidade é que o Brasil, na sua situação especialíssima e com o seu
patrimônio imenso de riquezas, não poderá insular-se do resto do mundo ou
acastelar-se na sua posição de Pátria do Evangelho, embora a época seja de
autarquias detestáveis, neste período de decadência e transição de todos os
sistemas sociais.”
Essas
são palavras do mesmo homem que previu que encontraríamos água na Lua e que o
Brasil descobriria grandes reservas de petróleo no fundo do mar, décadas antes
que isso acontecesse!
Essas
profecias sobre o papel do Brasil durante a transição planetária estão
intimamente relacionadas com as profecias relatadas no filme “Data Limite”, que
recomendo muitíssimo (https://youtu.be/4JxukHvGVzE).
De
resto, só tenho a agradecer ter nascido no mesmo país que um ser tão luminoso
quanto Chico Xavier! Gratidão, querido Mahatma Chico!
\\\***///
MANIFESTO – Mensageiros
do Vento
Um
experimento literário realizado com muita autenticidade e ousadia. A ideia é
apresentar um diálogo contínuo, não de diversos personagens entre si, mas entre
as diversas vozes de um coral e o leitor. Seguir a pista do fluxo da
consciência e levá-la a um surpreendente ritmo da consciência. A meta desse
livro é gerar ondas, movimento e transformação na cabeça do leitor. Clarice
Lispector, Ferreira Gullar, James Joyce e Virginia Woolf, entre outros, são
grandes influências. Por demonstrarem que a literatura pode ser vista como uma
caixa fechada, e que um dos papéis mais essenciais do escritor é, de dentro da
caixa, testar os limites das paredes... Agora imagine esse livro escrito por
uma banda de rock! É o que encontramos no livro MANIFESTO – Mensageiros do
Vento, disponível aqui. Leia e descubra por si mesmo!
Extraordinária obra compilada por
Zecharia Sitchin, sem dúvida a maior autoridade mundial em Suméria, a mais
antiga civilização humana conhecida.
O texto reúne transcrições de tabuletas
da Suméria (algumas com mais de 6.000 anos de idade) com trechos da Bíblia e de
inúmeras outras fontes, para recompor o Livro Perdido de Enki, a autobiografia
escrita pelo suposto criador da raça humana.
Duas observações para que o texto não
seja descartado de imediato como sandice:
1) Os sumérios conheciam profundamente
astronomia, chegando a conhecer até a composição dos planetas após Saturno
(Urano, Netuno e Plutão), que só foram descobertos por nossa civilização muito
recentemente. Quando as sondas enviadas pela NASA confirmaram na minúcia o que
estava escrito nas milenares tabuletas sumerianas, Zecharia Sitchin foi
contratado como especialista em assuntos bíblicos.
2) Isso porque os textos da antiga
Suméria guardam uma espantosa semelhança com o que está escrito no Antigo
Testamento. O primeiro texto sumeriano foi traduzido por volta de 1900 por um
estudioso russo que acabou ficando louco com a sua descoberta: era a narrativa
do dilúvio, tintim por tintim... com uma importante diferença: no lugar do Deus
bíblico, estavam os Anunnaki, alienígenas oriundos do planeta Nibiru e
criadores da raça humana...
E o que nos conta o Livro Perdido de
Enki? Resumidamente, é isso aí:
* Além dos conhecidos nove planetas de
nosso sistema solar, que orbitam na Eclíptica, existe um décimo planeta que tem
órbita perpendicular aos demais: Nibiru ou Planeta X. No princípio dos tempos,
Nibiru chocou-se com Tiamat, que foi esfacelado: metade de Tiamat tornou-se a
Terra, o satélite de Tiamat virou a Lua e os outros pedaços passaram a formar o
cinturão de asteróides.
* Em Nibiru surgiu a raça dos Anunnaki,
seres humanóides de estatura elevada. O planeta possui uma densa atmosfera
alimentada por vulcões: é essa atmosfera que mantém a temperatura constante
quando Nibiru se afasta do Sol e que também preserva do calor quando está mais
próximo.
* A atividade dos vulcões começou a
diminuir em Nibiru, causando riscos à vida no planeta. A solução encontrada
pelos cientistas Anunnaki foi pulverizar ouro na atmosfera. Mas onde encontrar
ouro? Eles sabiam que na Terra (metade de Tiamat) poderiam encontrar o precioso
metal.
* Os Anunnaki vieram à Terra (“anunnaki”
significa “aqueles que do céu para a terra vieram”) há 400.000 anos e
instalaram as primeiras bases para minerar o ouro. Logo os astronautas Anunnaki
se rebelaram pelos duros trabalhos de mineração. A solução foi criar um
trabalhador primitivo, misturando genes anunnaki aos de uma criatura que já
existia na Terra. Foi assim que Enki, príncipe Anunnaki, criou Adamo, o
primeiro homem.
* Muito tempo depois, pela aproximação
de Nibiru, acontece o dilúvio. Contrariando o desejo de seu irmão Enlil, que
queria que os terrestres fossem extintos, Enki orienta o terrestre Ziuzudra a
construir uma arca impermeável, onde são armazenados os códigos genéticos das
espécies animais e vegetais.
* Muito tempo depois, conflitos de poder
entre os Anunnaki acabam gerando uma guerra nuclear, que põe fim à civilização
suméria.
Pura fantasia??? Loucura total???
Vejamos alguns fatos:
* Foram descobertas na Áfricas ruínas de
uma civilização com 200 mil anos de idade. Há também evidências de uma mina com
mais de 100 mil anos.
* Na década de 1980 foi noticiado em
diversos jornais (inclusive o New York Times) a descoberta de um décimo
planeta, a julgar pelas variações constatadas na órbita de Plutão. De lá para
cá, os meios oficiais silenciaram completamente a respeito do misterioso
planeta X.
* Há evidências de detonações nucleares
no deserto de Gobi (?), onde a uma profundidade de centenas de metros há uma
camada de vidro, como se a areia tivesse sido submetida a altíssimas
temperaturas.
Ou seja, esta é uma leitura para abalar
as estruturas!!!
Interessante e instrutivo, este livro é indicado para todos que se interessam pelo ‘Jogo dos Reis’, sejam iniciantes ou experientes.
O maior encanto do livro é ter sido escrito por alguém que participou ativamente da história que se propõe a contar.
A modéstia impede o autor de entrar em detalhes, mas a narrativa em primeira pessoa dos memoráveis encontros e partidas idem com os maiores nomes do xadrez na primeira metade do século XX (Capablanca e Alekhine são apenas os mais famosos de uma longa lista) não deixa dúvida: Edward Lasker não era fraquinho no xadrez, não.
Trata-se de um livro escrito por alguém que ama e conhece profundamente a arte do xadrez. De seu privilegiado ponto de observação, o de um mestre entre mestres, Lasker retrata o modo de pensar e até mesmo traços da personalidade de todos os campeões mundiais de xadrez que conheceu. Essa é uma das melhores partes do livro, mas tem muito mais:
* A história do jogo, desde a sua remota e lendária origem na Índia até os dias do ‘jogador eletrônico de xadrez’ (o livro foi publicado em 1959 e contém uma detalhada e valiosa descrição dos primeiros esforços da ciência em produzir uma ‘Inteligência Artificial’, ou seja, uma máquina capaz de pensar).
* Relações do xadrez com as artes afins (literatura, pintura, música e matemática).
* Famosos jogadores de xadrez, como Napoleão, que era um péssimo jogador e um perdedor ainda pior.
* Reflexões sobre o ‘estado atual do xadrez de mestre’, com a interessante sugestão de que a ‘era científica’ vem transformando a arte em mero decoreba (obviamente o autor expressou-se com muito mais elegância e sutileza...).
E o melhor de tudo é que não é preciso saber jogar xadrez para gostar de ler essa “História do Xadrez”. A segunda parte do livro, essa sim, é mais um apêndice com uma cartilha de xadrez para quem deseja aprimorar-se no jogo.
Gostei muito de ter lido esse livro. Um dos maiores ganhos foi a descoberta de que existe todo um grupo de pessoas como eu, que se interessam mais pelo lado estético e filosófico do xadrez que pelo jogo em si.