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quinta-feira, 14 de maio de 2020

A ÁRVORE DE PAPAI NOEL – Noélia Barreto Bartilotti



Tia Nó está de volta, dessa vez em uma aventura natalina, que faz jus ao nome da autora. Noélia Barreto Bartilotti costuma dizer: “Doce é conviver com crianças. Com elas nunca deixamos de sonhar!” E é sempre impressionante ver a capacidade da escritora de se fazer criança para contar suas encantadoras histórias infantis. Uma das características mais admiráveis de Noélia é saber deixar espaço para a imaginação das crianças. “A Árvore de Papai Noel” é uma bela demonstração dessa habilidade da autora: a história é contada de forma simples e envolvente, mas apresenta detalhes que atiçam a imaginação e instigam os pequenos leitores a continuar a narrativa por conta própria. O livro começa, por exemplo, descrevendo os três duendes brincalhões que moram na árvore de Papai Noel: Cristófo, Zenóbio e Zebrino. Com uma breve pincelada, Noélia sugere todo tipo de situações engraçadas que podem ser vividas pelos três. Isso bem mostra o talento da autora: mesmo depois de lido, seu livro continua vivo na mente das crianças. As ilustrações são do excelente Ronald Teixeira Martins, que também desenhou o premiado “A Estrelinha Atrapalhada” (https://youtu.be/00G1vnqi0Ik), da mesma autora.


Canal de Noélia no YouTube:




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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
Disponível gratuitamente no link abaixo:

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.




segunda-feira, 11 de maio de 2020

O LIVRO FALANTE – Noélia Barreto Bartilotti



Malu é uma menina esperta de seis anos, que adora visitar a biblioteca. E é assim que um dia ela leva para casa um livro mágico, um “livro falante”, que conta para a menina uma história encantada, com direito a princesa, fada, bruxa, anel enfeitiçado e muito mais. Nem é preciso dizer que Malu fica fascinada com seu novo amigo, que tem o poder de entreter com a sedução das palavras e a magia das histórias. E assim ficam também fascinados os pequenos leitores dessa bela obra infantil, que de forma simples e brilhante trata do prazer da leitura. Noélia Barreto Bartilotti consegue a proeza de utilizar recursos sofisticados, como a metalinguagem e a narrativa-dentro-da-narrativa, em uma abordagem direta e muito feliz na formação de novos leitores. Ao fazer as crianças amarem “O Livro Falante”, a autora contribui e muito para que amem, igualmente, o saudável hábito da leitura. Também somam no resultado final as belas ilustrações de Rogerio Rios.




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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
Disponível gratuitamente no link abaixo:

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.


quarta-feira, 6 de maio de 2020

A ESTRELINHA ATRAPALHADA – Noélia Barreto Bartilotti



Uma linda aventura para crianças de todas as idades que ainda não desaprenderam a lição essencial: na vida, é preciso sonhar! Não à toa, “A Estrelinha Atrapalhada” foi premiada pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia e selecionada para compor a “Coleção Pactos de Leituras”, sendo utilizada nas escolas estaduais baianas. Noélia Barreto Bartilotti tem o raro dom de contar histórias com o encantamento de uma criança, sem perder de vista a perspectiva pedagógica da educadora. Ao ler as peripécias da estrelinha Cricri, que troca o dia pela noite e resolve visitar a Terra, quase podemos ouvir a voz de uma criança contando a história, deliciada com sua própria imaginação e com as fantásticas reviravoltas da trama. A narrativa tem um ótimo ritmo, leve e pulsante como as melhores brincadeiras infantis, e é com surpresa que chegamos à última página, já desejosos de voltar uma vez mais ao início. As belas ilustrações de Ronald Teixeira Martins complementam perfeitamente o texto e tornam a leitura ainda mais atrativa. “A Estrelinha Atrapalhada”, certamente, é um livro com luz própria!





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O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.




quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

OS PESCADORES E AS SUAS FILHAS – Cecília Meireles



Singela e inspiradora narrativa poética da grande Cecília, ricamente ilustrada por Cris Eich. Recomendada para crianças de todas as idades!

“Os pescadores dormiam / cansados, ao sol, nos barcos. / As filhinhas dos pescadores / brincavam na praça, de mãos dadas. / As filhinhas dos pescadores / cantavam cantigas de sol e de água. / Os pescadores sonhavam / com seus barcos carregados.





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domingo, 22 de dezembro de 2019

CHAPEUZINHO AMARELO – Chico Buarque



Um livro infantil escrito por Chico Buarque e ilustrado por Ziraldo não é nada menos que imperdível. Ao menos para mim, que como os poetas e as bolas tenho dois lados: um lado criança e um lado de fora!

Pois meu lado criança se deliciou com a história da Chapeuzinho Amarelo, a menina que tinha medo de tudo e todos, a ponto de ficar deitada na cama, paralisada, mas sem dormir, pois também tinha medo de pesadelos! Até que um dia descobriu o poder da imaginação, que a fez brincar com seus medos e assim se livrar deles. O malvado LOBO, por exemplo, por uma simples inversão de sílabas virou um inofensivo (embora pouco apetitoso) BOLO!


Gostei tanto desse método de mudar as letras de lugar que experimentei com as duas palavras que ultimamente mais têm me causado aversão. E acabei me divertindo com os esquisitos BOLORANOS, seres embolorados de tanto alimentar o mau hábito de CISMOFAS, que consiste em cismar em pensamentos mofados, que acabam estragando o cérebro das pessoas...

Abaixo o bolor! Abaixo o pensamento mofado de Boloranos! Abaixo o Cismofas! E viva a Imaginação contra o Medo! Viva Ziraldo! Viva Chico Buarque! Viva a Cultura Brasileira!



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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

A FESTA NO CÉU – Angela Lago



Foi uma grata e feliz oportunidade retornar à história da “Festa no Céu”, uma de minhas favoritas da infância. Ao reler agora, pude acessar o quanto essa fábula me marcou, especialmente ao sinalizar o quanto um violão pode ser meio de transporte para uma festa no céu... embora a viagem de volta possa estar sujeita a perigos!!!


As ilustrações e a narrativa, ambas de Angela Lago, são muito envolventes. Com bastante sensibilidade, a autora alivia a brutalidade das cenas finais, tornando-as menos traumáticas para as crianças de hoje.


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sexta-feira, 7 de junho de 2019

BESTIARIUM BRASILIS – monstros e lendas – Guto Lins



Este livro infantil fala sobre criaturas como Saci, Cuca, Boitatá, Curupira, Lobisomem, e essa foi minha primeira motivação para lê-lo. A edição é primorosa e as ilustrações são espetaculares, recriando esses seres de nosso folclore a partir de montagens feitas com objetos do cotidiano, como botão, coador, prendedor de cabelo etc. 



O único e importante senão é que os poemas dedicados a cada um desses “monstros e lendas” parecem bem fraquinhos em comparação com as esplêndidas ilustrações. A impressão que tive foi a de que a parte escrita serviu apenas de pretexto para uma bela exposição de artes plásticas.




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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
Disponível gratuitamente no link abaixo:

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.

sábado, 13 de abril de 2019

A PARTE QUE FALTA ENCONTRA O GRANDE O – Shel Silverstein



Com a exceção de “O Pequeno Príncipe”, não me lembro de ter lido um livro “infantil” que tenha me impactado tanto. A narrativa de Shel Silverstein é Poesia em seu mais elevado sentido (como eu a entendo): “a arte de dizer a Verdade através da Beleza”.

Uma história leve e rápida, que se lê em dez minutos, mas que suscita reflexões profundas, com lindas metáforas sobre relacionamentos, amor próprio, identidade, plenitude, sentido da vida...


Ao terminar essa maravilhosa leitura, só pude lembrar dos versos imortais de Drummond:

“Eu preparo uma canção
Que faça acordar os homens
E adormecer as crianças.”


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Após o imenso sucesso do projeto POESIA DE BOTÃO, com a criação do jogo que ensina crianças a rimar e fazer poesia, é com muita alegria que comunicamos que o projeto vai virar um livro publicado pela Verlidelas Editora. Poetas de todo o Brasil já podem enviar seus poemas sobre o tema “Infância”. Está aberto o edital para a Antologia Poesia de Botão, confira no link abaixo:

sexta-feira, 21 de julho de 2017

RESENHA - ”A VOZ DOURADA DAS CIDADES” (LITERATURA NACIONAL) - AGUINALDO TADEU


LIVRO:”A VOZ DOURADA DAS CIDADES” (LITERATURA NACIONAL)
AUTOR:AGUINALDO TADEU
ILUSTRADOR: EVANDRO MENEZES
EDITORA:GIOSTRI
PÁGINAS –32
1ª  EDIÇÃO 2017
CATEGORIA: LITERATURA INFANTIL
ASSUNTO: PROSA INFANTIL
ISBN: - 978-85-516-0033-7

A voz dourada das cidades


CITAÇÃO:”Nos seus sonhos, ele foi transportado para aquele tempo e para aquele lugar que via na história do livro.”(pág. 08)

ANÁLISE TÉCNICA:

-CAPA-

Uma igreja ao fundo, um padre mais à frente e o menino caminhando à frente de todos, rodeado de pássaros.
A capa é bem condizente com todo enredo do livro.
Projeto gráfico completo: Evandro Menezes

NOTA: 5,00 DE 5,00

-DIAGRAMAÇÃO:



A letras são pretas e grande, as folhas brancas e com ilustrações.
Dedicatória e a história.
Formato : 21 cm x 29 cm
Peso : 0.180
Editor responsável: Alex Giostri
Editor assistente: Fábio Costa
Projeto gráfico completo: Evandro Menezes

NOTA: 5,00 DE 5,00


- ESCRITA:

É narrativa descritiva em terceira pessoa, com diálogos dinâmicos e de fácil entendimento, principalmente porque é um livro voltado para o público infantil.
Sem erros ortográficos.
Revisão final de texto: Giostri Editora Ltda.

NOTA: 5,00 DE 5,00



CITAÇÃO:”O menino não conseguia sequer responder. Ele estava encantado com o espetáculo da sinfonia dos sinos de São João Del Rei. Não sabia o que dizer e começou a pular de alegria.” (pág.24)



SINOPSE:

“Um menino que gosta de ler acaba mergulhando na história, adormecendo e acordando em São João Del Rei, onde conhece os sinos, as igrejas, a arquitetura e a arte barrocas. O menino fica surpreso e encantado com a música, a beleza e a utilidade dos sinos na comunidade que desconhecia. Mais do que isso, descobre sons que não costumava perceber, somo os sinos, a música dos passarinhos e outras sutilezas que vamos perdendo ao viver em cidades grandes.”



RESUMO SINÓPTICO:

Era uma vez um menino sonhador que adora ler, ouvir, inventar e viver histórias.
Lia História do Brasil e ficava encantado. Escolhia um personagem da história para viver e imitava o personagem no seu mundo e no seu tempo. Admirava os heróis. Achava o tempo passado mais divertido que o tempo presente. Costumava viver em outros mundos, outros tempos e outras vidas.
Os pais incentivavam os sonhos da criança, pois o menino preferia as personagens dos livros do que os desenhos animados da TV.
Certa vez, deitado na cama lendo, dormiu...em seus sonhos foi transportado para o lugar da história: São João Del Rei.


 Uma cidade bonita, de muitas igrejas, crianças, cavalos, galinhas e pessoas andando pelas ruas. Não havia carros, fumaça e o garoto descobria novos sons que não conseguia ouvir na cidade grande.
Blém...blém...blém... Nunca tinha ouvido aquele som e escutou o padre o chamando, perguntou para ele que som era aquele e o padre lhe disse que era o som dos sinos...

ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTOR:

Acredito que cresci apenas em tamanho, largura e idade, porque o coração é completamente infantil e quando tenho oportunidade de ler uma obra do gênero, fico bem encantada com todo mundo criado pelo autor e deslumbrada com as ilustrações que tornam a leitura ainda mais lúdica.
A voz dourada das cidades é uma viagem imaginativa por cidades mineiras, através dos sonhos de um menino que gostava de ler. Junto com ele vamos descobrindo novos sons que ele não percebia por morar na cidade grande.
O livro mostra como acabamos perdendo a sutileza das pequenas coisas cotidianas, como o simples canto dos pássaros, abafados pelos sons das grandes metrópoles. Mostra que nossa percepção fica alterada pelas atividades agitadas das cidades grandes e perdemos a sutileza das pequenas coisas do passado, onde podíamos conhecer, perceber e vivenciar a natureza, a diversidade e os efeitos bons que traziam para nossas vidas.
Um livro com poucas páginas, porém com grandes ensinamentos, não apenas para as crianças, mas para nós adultos que perdemos com o tempo a sensibilidade dos pequenos sons que atingem a alma de forma inexorável e permitem que sintamos o quanto éramos felizes e nem percebíamos.
Leitura mais que recomendada.

NOTA : 5,00 de 5,00



SOBRE O AUTOR:


Aguinaldo Tadeu nasceu em Belo Horizonte e já morou em Conselheiro Lafaiete, Congonhas, Carmópolis de Minas, Teresina, São Luís do Maranhão e, atualmente, anda meio perdido pelas tesourinhas de Brasília. É autor dos livros de poesias: De mineiro e louco, com mais um pouco (2006) e Enquanto eles jogam bombas (2009). Pela editora Giostri, é autor do livro de contos O dono do rádio (2011), vencedor da Bolsa de Criação Literária da Funarte, do romance Desafinados no coro dos contentes (2014) e do livro infantil A voz dourada das cidades (2017). Publicou crônicas e poesias em jornais, revistas e antologias. Gosta de livro, música, futebol, xadrez e viagens, tanto de olhos abertos quanto fechados. Gosta da poesia dos passarinhos, do encanto das flores e da maluquice dos loucos de todo o gênero que encontra pelas ruas. Gosta de contar e ouvir casos, os reais e os imaginários, tomando um café de rapadura à beira de um fogão à lenha. Acredita nas coisas mais simples da vida. Vive com a cabeça nas nuvens.

SOBRE O ILUSTRADOR:



Evandro Menezes é mineiro, escritor, ilustrador, blogueiro e designer gráfico. Começou criando fanzines que publicou no jornal de sua cidade. Trabalhou com comunicação visual para várias empresas publicitárias e mais tarde com design e desenvolvimento de produtos para a marca esportiva Finta. Já ilustrou mais de trinta obras literárias, entre as quais HQ’s, capas e infantis. Seus trabalhos mais recentes são as HQ’s Maidens Gladiatrix 1 e 2, também publicados pela Giostri.

CORTESIA OASYS CULTURAL.

CHEIRINHOS
RUDY


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