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domingo, 22 de dezembro de 2019

CHAPEUZINHO AMARELO – Chico Buarque



Um livro infantil escrito por Chico Buarque e ilustrado por Ziraldo não é nada menos que imperdível. Ao menos para mim, que como os poetas e as bolas tenho dois lados: um lado criança e um lado de fora!

Pois meu lado criança se deliciou com a história da Chapeuzinho Amarelo, a menina que tinha medo de tudo e todos, a ponto de ficar deitada na cama, paralisada, mas sem dormir, pois também tinha medo de pesadelos! Até que um dia descobriu o poder da imaginação, que a fez brincar com seus medos e assim se livrar deles. O malvado LOBO, por exemplo, por uma simples inversão de sílabas virou um inofensivo (embora pouco apetitoso) BOLO!


Gostei tanto desse método de mudar as letras de lugar que experimentei com as duas palavras que ultimamente mais têm me causado aversão. E acabei me divertindo com os esquisitos BOLORANOS, seres embolorados de tanto alimentar o mau hábito de CISMOFAS, que consiste em cismar em pensamentos mofados, que acabam estragando o cérebro das pessoas...

Abaixo o bolor! Abaixo o pensamento mofado de Boloranos! Abaixo o Cismofas! E viva a Imaginação contra o Medo! Viva Ziraldo! Viva Chico Buarque! Viva a Cultura Brasileira!



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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
Disponível gratuitamente no link abaixo:

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.




terça-feira, 25 de junho de 2019

UM MENINO CHAMADO RADDYSSON E MAIS OS MENINOS DE PORTINARI - Ziraldo



Esse livro começa emocionando já no prefácio, quando Ziraldo afirma que o texto ficou por um bom tempo parado na gaveta porque ele não sabia “desenhar meninos sofrendo”. Pois o tema dessa história é a triste realidade dos meninos de rua, filhos de pais que somem no mundo e de mães que, mal sabendo ler, muitas vezes expressam através de nomes estrangeirados o desejo de um futuro melhor para suas crianças.

A solução de ilustrar a história com pinturas de Portinari foi genial! O cunho social da obra de nosso pintor mais celebrado ilustra com perfeição o texto de Ziraldo, que aqui está impregnado de poética tristeza.

Mas esse não seria um livro de Ziraldo se a história não terminasse com uma nota de luz e de esperança. Tudo muito belo e tocante!

Lendo essa nobre narrativa para “acordar os homens e adormecer as crianças” (na belíssima expressão de Drummond), lembrei de uma percepção que me surgiu há algum tempo e que se faz cada vez mais evidente e verdadeira: enquanto houver uma única criança passando fome, ninguém neste mundo tem o direito de ser feliz.


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Imagine um jogo que ensina as crianças a rimar e fazer Poesia!
Disponível gratuitamente no link abaixo:

O jogo POESIA DE BOTÃO faz parte do projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano IV, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Verlidelas Editora, Caligo Editora, Suporte Informática e AG1. O propósito do jogo é convidar as crianças a vivenciar o universo da Poesia de forma lúdica e atrativa, como uma “brincadeira de montar versos”. POESIA DE BOTÃO é especialmente indicado para crianças já alfabetizadas, mas nada impede que adultos possam brincar também e se beneficiar com o jogo.

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