segunda-feira, 5 de novembro de 2012

KRISHNA, Reservatório de Prazer – Swami Prabhupada



“Qual é a diferença entre um corpo vivo e um corpo morto?”

Essa foi a pergunta que Prabhupada fez aos cientistas de uma universidade nos Estados Unidos, onde ele foi fazer uma palestra. Para ele, é estranho que a ciência avance tão vertiginosamente e ainda não tenha chegado a uma definição satisfatória de “vida” e nem saiba responder à simples pergunta acima.

Uma característica comum a toda vida é buscar o prazer e fugir da dor. No caso do homem, qual será o prazer definitivo, que vale a pena buscar? Um prazer que não seja maculado pela frustração, pela ira ou pela desilusão, como acontece com todos os prazeres baseados na satisfação dos sentidos?

Esse prazer supremo é a comunhão com Deus. Prabhupada ensina dois caminhos para alcançar essa união:

1) a prática de namasmarana: o canto ou recitação do Nome do Senhor, principalmente do mahamantra “Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare”.

2) a ingestão unicamente de alimentos previamente consagrados a Deus, que Prabhupada chama de “prasada” (do sânscrito “misericórdia).

Essas duas práticas são mesmo muito boas! Todas as vezes em que fui a um templo Hare Krishna, voltei de lá mais feliz, mais elevado em consciência. Se o movimento incentivasse também a prática da meditação (dhyana), seria perfeito para mim!

É claro que quando Prabhupada afirma que esse é o único caminho para alcançar Deus e a felicidade, só pode estar falando em termos simbólicos. É a mesma coisa quando Jesus afirma que é o caminho, a verdade, a vida. Só existe mesmo um caminho para encontrar Deus, e esse caminho passa por dentro de cada um. É dentro do próprio coração que o homem descobre a essência de Krishna ou Cristo ou Buda ou Alá ou Oxalá!

Supor que uma só dessas “traduções” da divindade é a certa, e que todas as outras estão erradas, é o erro mais grosseiro e mais comum que pode cometer um buscador de Deus. É o que gera a intolerância, as guerras religiosas, e tanto sofrimento no mundo. É, portanto, um dever para consigo mesmo e para com toda a humanidade libertar-se desse erro de julgamento o quanto antes!

Viva Krishna!
Viva Cristo!
Viva Jeová!
Viva Alá!
Viva Oxalá!

São apenas diferentes nomes para o Amor!




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Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):


4 comentários:

  1. "Viva Krishna!
    Viva Cristo!
    Viva Jeová!
    Viva Alá!
    Viva Oxalá!"
    cheirinhos
    Rudy

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  2. O movimento Hare Krishna propaga os ensinamentos de Caitanya (pronuncia tcheitania) Mahaprabhu que ensinou que qualquer nome referente a Deus (por exemplo, Jeová, Alá, Krishna, Rama, etc.) é completamente puro e qualquer pessoa, seja qual for sua religião, filosofia, cultura ou tradição, pode praticar este processo de cantar os santos nomes de Deus e assim obter todos os benefícios decorrentes desta prática de meditação, a saber o fim das ansiedades mentais, controle da mente e dos sentidos, desenvolvimento da consciência e a suprema proposta de todas as religiões autênticas: desenvolver amor puro por Deus: Prema Bhakti.

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  3. Krishna, que significa em sânscrito "o Todo-Atrativo" é o mesmo Deus adorado na Bíblia e em outras escrituras. Deus tem ilimitados nomes e Krishna é um deles.

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    Respostas
    1. Valeu pelos lindos comentários, Veruza!
      Hare Krishna!

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