Mostrando postagens com marcador hinduismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hinduismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

BHAGAVAD GITA


Que lindo e abençoado dia, este em que termino de ler, pela sétima ou oitava vez nesta presente encarnação, o maravilhoso Gita! Simplesmente não me canso do imortal diálogo entre Bhagavan Krishna, o Senhor da Yoga, e Arjuna, exímio arqueiro e melhor dentre os Bharatas, quando ambos se encontravam com seu carro de combate situado entre os dois poderosos exércitos dos Kauravas e dos Pandavas, no sagrado campo de Kurukshetra!

Na verdade, a cada vez que leio o Gita, só aumenta a minha vontade de ler de novo e de novo. Talvez, com a graça de Deus, chegue logo o dia em que nenhum outro livro me interesse, e que apenas o Gita sacie a minha grande sede de conhecimento.

Para quem ainda não conhece o Gita, recomendo muitíssimo a bela adaptação cinematográfica do Mahabharata feita por Peter Brooks (https://youtu.be/yhqkRGISQr8


e a versão seriada feita na própria Índia (https://youtu.be/1fxwSd0AhEk).


Por sincronicidade, no instante mesmo em que escrevo estas linhas recebo de volta o autorretrato “A Meditação do Homem Raposa”, que pintei anos e anos atrás para registrar, com maravilhamento e assombro, a minha primeira vivência espiritual marcante. Maravilha ainda maior, e gratidão sem limites, é poder olhar para trás e perceber que algum tanto já se caminhou. Isso me dá esperança e força para seguir adiante.

Haribol!



\\\***///


MANIFESTO – Mensageiros do Vento

Um experimento literário realizado com muita autenticidade e ousadia. A ideia é apresentar um diálogo contínuo, não de diversos personagens entre si, mas entre as diversas vozes de um coral e o leitor. Seguir a pista do fluxo da consciência e levá-la a um surpreendente ritmo da consciência. A meta desse livro é gerar ondas, movimento e transformação na cabeça do leitor. Clarice Lispector, Ferreira Gullar, James Joyce e Virginia Woolf, entre outros, são grandes influências. Por demonstrarem que a literatura pode ser vista como uma caixa fechada, e que um dos papéis mais essenciais do escritor é, de dentro da caixa, testar os limites das paredes... Agora imagine esse livro escrito por uma banda de rock! É o que encontramos no livro MANIFESTO – Mensageiros do Vento, disponível aqui. Leia e descubra por si mesmo!
http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/5823590



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

SRIMAD BHAGAVATAM – Primeiro Canto – Primeira Parte



Li com muita gratidão esse primeiro volume do Srimad Bhagavatam, durante alguns meses, à razão de um texto por dia, no começo de cada sessão de meditação. E o primeiro verso dessa escritura é justamente meu preferido, também por ter sido o primeiro texto em sânscrito que consegui ler fora de um livro (estava tatuado nas costas de um devoto no templo Hare Krishna em Salvador):

“Om Namo Bhagavate Vasudevaya”

Muita emoção, muita gratidão! Tive bons aprendizados e reflexões durante a leitura, que foi especialmente doce por unir o lado devocional com o estudo (ainda que mínimo) do devanagari, esse verdadeiro idioma dos deuses. Registro de memória alguns pontos que achei mais interessantes na leitura:

* A listagem dos avatares do Senhor, sendo que apenas um deles foi uma mulher, cujo nome não é mencionado nas escrituras.

* A profecia de que o Buda surgiria como um dos avatares, em texto datado de época anterior ao nascimento de Sidarta Gautama.

* A profecia de um próximo avatar como Kalki, com sua espada punitiva, a surgir em uma época em que a maioria dos governantes torna-se corrupta...

* Mas o que mais me emocionou mesmo foi ler no prefácio sobre a vida de Sri Caitanya Mahaprabhu, que traz uma ideia muito linda, que é a do Senhor encarnado como um devoto perfeito, pura expressão do amor a Deus! Fiquei eletrizado ao ler a passagem em que Caitanya atravessa uma floresta e começa a abraçar as árvores, entrando em um êxtase tão profundo que acaba por desmaiar! Poucas coisas me fazem sentir o Amor de Deus de forma tão imediata quanto abraçar uma árvore após a outra... recomendo muitíssimo essa bela prática!


Haribol!

***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

BHAGAVAD GITA



Sou muito grato à Vida por ter lido esse fabuloso livro pela quinta vez!

Em meio aos dois imensos exércitos prestes a combater em Kurukshetra, Arjuna e Krishna encetam o imortal diálogo entre a alma e o Espírito! Lindo é pouco! Sublime é pouco! Maravilhoso é pouco! E, cada vez mais percebo, uma vida só é pouco para mergulhar completamente nos profundos mistérios revelados nessa obra magna!

Essa leitura foi marcada pela constante lembrança da necessidade da humildade. Pois tive a oportunidade de travar contato com outras pessoas que estudam o Gita há muitos anos, pessoas de grande erudição e sabedoria, e que em alguns pontos chegaram a conclusões diferentes das que eu mesmo cheguei. Isso representa para mim a lembrança também de que não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos. Para enxergar o verdadeiro Gita, devo me tornar o Gita!

Nunca será demasiado louvar a tradução de Yogananda, disponível no livro “A Yoga do Bhagavad Gita”. Jai Guru!!!



***///***

MANIFESTO – Mensageiros do Vento

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

RAJA YOGA – Lições Sobre o Desenvolvimento Mental – Yogue Ramacharaca



Comecei a ler esse livro nada menos que quatro vezes!!!

Em todas, parei não por achar a leitura enfadonha (longe disso), mas por temer ainda não estar pronto para os ensinamentos ali contidos. O próprio autor enfatizava que era preciso ler e reler e praticar cada ensinamento até passar para o seguinte, de sorte que acabava deixando para o futuro a tarefa de avançar em conhecimentos de Raja Yoga.

Raja Yoga, literamente, é a Yoga Real: a yoga da mente!

Quando comecei a ler pela quinta vez, pensei: dessa vez vou até o fim. E que bom!

Um livro maravilhoso sobre a realidade, escrito há mais de 100 anos e ainda assim atualíssimo. Um livro sobre a mente, seu funcionamento e potencialidades, que pode perfeitamente figurar entre as melhores obras de psicologia ocidental (para não dizer que está acima delas, o que em minha opinião é o caso).

Ainda vou reler muitos trechos para buscar assimilar ao máximo os ensinamentos, que já estou praticando com o melhor de meus esforços. Muito bom!

Encontrei um link para a leitura online, quem se aventurar nesse caminho encontrará muitos motivos para alegria:

.
Fiquei tão fascinado com o autor (de quem já li duas outras obras fantásticas), que fui pesquisar na Internet, e oh surpresa! Dizem que o Yogue Ramacharaca é apenas o pseudônimo de um escritor americano, William Atkinson! Aí estão links a respeito:

.
.
.

Eu particularmente acho difícil aceitar essa hipótese. Creio que Atkinson teve acesso a escritos de fonte genuína (tal como ele mesmo afirma, que publicou os textos do Yogue Ramacharaca trazidos até ele por um discípulo). Pois considerar que a autoria é mesmo de Atkinson é ainda mais fabuloso... pois as publicações do Yogue Ramacharaca são até hoje muito bem consideradas pelos estudiosos de filosofia oriental!

Altamente recomendado!


***///***
Conheça O SINCRONICÍDIO:
http://www.caligoeditora.com.br/osincronicidio/
 
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):

terça-feira, 21 de maio de 2013

COMO SER FELIZ O TEMPO TODO – Paramahansa Yogananda






Maravilhoso e arrebatador!!!

Esse é o primeiro livro de Yogananda que vejo que não foi editado pela Self Realization Fellowship, organização mundial fundada pelo mestre indiano. No Brasil lançado pela Pensamento, o livro é uma compilação de falas e escritos de Yogananda, coletadas pelo discípulo Swami Kriyananda. Isso explica a grafia “Paramhansa”, título monástico que significa “Grande Cisne Branco” e é concedido aos swamis de grande realização.

Yogananda não é apenas grande, mas um verdadeiro gigante espiritual! Nunca deixo de me encantar com a profundidade e alcance de sua sabedoria, sempre colocada com muita simplicidade para o benefício maior da humanidade. O livro é daqueles que você quer continuar lendo para sempre, e passar para todas as pessoas que ama. Mas só pela capa já valeria a pena: uma foto de Yogananda com o olhar saturado de Amor Divino, cuja mera contemplação já alimenta a alma!

Se eu fosse citar todos os pensamentos preciosos que encontrei nesse livro, teria que transcrevê-lo do início ao fim. Selecionei alguns trechos, que aqui compartilho, apenas para melhor fixá-los na memória:

“Para que gastar todo o nosso tempo com coisas que não duram? O drama da vida tem sua moral no fato de ser apenas isto: um drama, uma ilusão.
Os insensatos, imaginando que a representação é real e duradoura, lastimam as partes tristes, lamentam que as alegres não se eternizem e deploram que a peça tenha de acabar. O sofrimento é o castigo de sua cegueira espiritual.
Os sábios, porém, sabendo que o drama não passa de ilusão, buscam a felicidade eterna no Eu interior.”

“Você deve ser alegre e feliz, pois esse é o sonho de Deus. O homem pequeno e o homem grande são meras projeções da consciência do Sonhador. Aceite as coisas como vierem e diga a si mesmo que todas vêm de Deus. Que o que vier, venha. Ainda quando tiver de corrigir uma coisa errada, tente primeiro captar, no íntimo, Sua orientação. Depois, ao agir, faça-o em nome d’Ele e não movido pela indignação que o ego inspira.”

“O mal é a ausência da alegria autêntica. É o que o torna um mal, obviamente. Do contrário, diria você que o tigre perpetra uma má ação ao devorar sua presa? Matar é a natureza do tigre, a ele dada por Deus. As leis da natureza são impessoais.”

“Entregue a Deus tanto o bem quanto o mal que você porventura pratique. Isso não significa, é claro, que você deva fazer conscientemente coisas ruins; mas, quando não puder evitar isso por causa de hábitos muito arraigados, procure sentir Deus agindo por seu intermédio. Transfira a Ele a responsabilidade! Deus gosta disso! Quer dar-lhe a saber que é Ele quem sonha a sua existência.
Se você se esforçar, Deus nunca o abandonará!”

“É fácil exigir que os outros se comportem bem e é igualmente fácil perceber-lhes as faltas; mas é muito difícil agir com propriedade e reconhecer os próprios defeitos. Se você se lembrar de agir com acerto, os outros tentarão seguir seu exemplo. Se puder detectar suas próprias imperfeições sem desenvolver um complexo de inferioridade, e fizer esforço constante para emendar-se, estará empregando seu tempo de maneira mais proveitosa do que se teimasse em exigir que os semelhantes melhorem. O bom exemplo faz mais para modificar os outros do que exigências, raiva ou palavras.” (51)

“Diariamente proclame: ‘Senhor, és Tu quem me mantém. Manifesta por meu intermédio Tua prosperidade. Pai, Tu és minha riqueza. Sou rico. Possuis todas as coisas. Sou Teu filho: tenho o que tens’. (...) O caminho de Deus lhe trará alegria e prosperidade.
Se conseguimos alcançar esse estado dizendo: ‘O que é meu é Teu’, será melhor ainda.”

“Você poderá encontrar Deus na solidão do seu quarto quando, às primeiras horas da manhã ou antes de adormecer, preparar-se para meditar. De mãos postas, diga mentalmente: ‘Pai, Tu és onisciente. Conheces todos os meus pensamentos. Fala comigo. Quero ouvir Tua voz’. Repita a prece mentalmente várias vezes, até sentir a substância dela. Alimente esse sentimento, trabalhe-o. Repita a prece até sentir o coração repleto de amor e sequioso de Deus, pois assim obterá uma resposta consciente.”

Jai Guru!!!


Visite a Comunidade Resenhas Literárias no Facebook:


***///***
Conheça O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):


BHAGAVAD GITA




Que felicidade chegar pela quarta vez às derradeiras palavras dessa obra monumental! Identifiquei-me plenamente com a fala final de Sanjaya ao rei cego Dhritarashtra (na tradução de Paramahansa Yogananda):

“Ó rei Dhritarashtra, ao recordar reiteradamente o diálogo sagrado entre Keshava (Krishna) e Arjuna, sou cada vez mais tomado de imenso júbilo.”

Que felicidade descobrir nessa vida um tesouro autêntico e imperecível! Encontrei a água pura de minha fonte, que sacia toda a sede e purifica de todas as mazelas. No Gita tenho a chave da felicidade, da sabedoria e da verdadeira riqueza. Tudo o que tenho a fazer é compreender e, principalmente, por em prática esse manancial inesgotável de conhecimento.

Nessa quarta leitura fui premiado pela quase memorização de alguns versos em sânscrito, o que me encheu de alegria. Como sempre, novos e profundos significados foram descortinados diante de meus olhos. Dessa vez pude ler comparando outra tradução com a de Yogananda, o que comprovou a grande sabedoria de Guruji.

Para a próxima leitura, já tenho metas definidas, que espero alcançar com dedicação e amor. Pois é claro que já comecei a ler o Gita pela quinta vez!

Hare Krishna!



***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):

terça-feira, 7 de maio de 2013

YOGA & CONSCIÊNCIA - Antonio Renato Henriques




Divina luz da Yoga! Como é maravilhoso saber que existe tamanho tesouro de conhecimento, verdadeiro guia teórico e prático para livrar o homem da escuridão da ignorância e do sofrimento!

E raras vezes esse luminoso tesouro é apresentado de forma tão acessível à mente ocidental como no livro de Antonio Renato Henriques, “Yoga & Consciência”. Aqui temos um apanhado vasto e ao mesmo tempo profundo da filosofia e da prática da Yoga, através da análise dos sutras de Patanjali, a primeira e até hoje principal referência para se compreender o caminho dos Iogues.

Um dos grandes méritos (que são muitos!) do livro é apresentar os sutras à luz da filosofia ocidental, tornando os complexos conceitos envolvidos mais facilmente assimiláveis pela mentalidade ocidental. Li o livro agora pela segunda vez, e mais forte ficou a impressão de que nenhum sistema filosófico surgido no Ocidente consegue dar conta da realidade de forma tão perfeita, e sobretudo com a ênfase na aplicação prática, visando a definitiva libertação humana do cativeiro do sofrimento.

Hoje penso que os maiores filósofos da civilização ocidental foram na melhor das hipóteses crianças bem dotadas e criativas, que conseguiram intuir algo da verdadeira maturidade e sabedoria ensinadas pelos antigos... é como na percepção de Newton, de que os avanços de sua física foram os de um anão nos ombros de gigantes. Pois então, a civilização ocidental preparou-se para se tornar a sociedade tecnológica que conhecemos hoje, mas em matéria de conhecer o homem, a condição humana e o que cumpre ao homem fazer para alcançar a felicidade, é triste reconhecer que avançamos muito pouco... Está na hora de galgar os ombros de gigantes como Patanjali, para que o progresso ético e espiritual se equipare ao progresso tecnológico.

Li esse livro pela primeira vez há coisa de dez anos, foi o meu primeiro contato com a profundidade da filosofia por trás da Yoga. Hoje, ao reler essa magnífica obra (e que felicidade saber que o autor é brasileiro), pude reavivar o entusiasmo causado pela primeira leitura. Se encontrei um trecho ou outro em que discordei um pouco das opiniões do autor, nenhum demérito repousa sobre a obra, eu é que fiquei feliz e contente por perceber que esses dez anos não foram estagnados, e que pude também progredir por minhas próprias pernas.

Não poderia louvar o suficiente esse livro, que recomendo a todos que não estão satisfeitos com a sua atual condição, e almejam encontrar algo mais elevado que justifique e dê sentido à vida. O caminho não é fácil, muito pelo contrário. Mas não conheço nada que valha mais a pena!



***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):
http://www.mensageirosdovento.com.br/Manifesto.html

quarta-feira, 3 de abril de 2013

AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO – Deepak Chopra (r)




 
Li esse livro em setembro de 2009, e me impressionou tanto que busquei seguir com empenho as orientações nele contidas. A cada dia da semana, procurei me concentrar em uma das sete leis, e o aprendizado que obtive com essa prática foi muito muito bom!

Cheguei a utilizar conceitos do livro em meu trabalho com as turmas de Meditação para Crianças. Na verdade, dois projetos muito queridos e preciosos em minha vida, a Meditação para Crianças e a Oficina de Violão, foram diretamente inspirados por esse livro.

Foi curiosa a maneira como o Universo me fez ver que era hora de ler novamente essas páginas. Na primeira festa do PULA (Passe Um Livro Adiante), fui sorteado com esse livro, que seria enviado pela amiga Nora. Como eu já havia lido e praticamente sabia de cor o livro quase todo, de tanto reler as leis a cada dia, sugeri que o livro fosse encaminhado para outra pessoa. Só que no dia de postar no correio, Nora acabou enviando por engano para mim! Estava claro que era para ler de novo...

E valeu muito a pena essa releitura! Pude reforçar alguns conceitos e entender de forma mais profunda algumas ideias, por tê-las vivenciado na prática.

Bom demais!!!


***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):

domingo, 3 de março de 2013

LUZ DO BHAGAVATA – Swami Prabhupada




O livro consiste em 48 versos selecionados do “Bhagavata Purana” ou “Srimad Bhagavatam”, antigo texto hindu sobre os Avatares de Vishnu, com ênfase em Krishna.

Os versos foram escolhidos e comentados por Swami Prabhupada, todos tendo como tema o Outono. A intenção original de Prabhupada era apresentar os versos, junto com uma ilustração para cada, em um congresso sobre espiritualidade que seria realizado no Japão em 1961. Como ele acabou não participando do congresso, o projeto foi arquivado. Anos depois, foi publicado como obra póstuma pelos discípulos de Prabhupada, que convidaram a chinesa Li Yun Sheng para fazer as ilustrações.

Só as ilustrações já valem o livro. Feitas no tradicional estilo de pintura gonghi, fazem um harmonioso conjunto com os versos do Bhagavata. E os versos, então, são belíssimos! Destaco o verso 47, por mostrar um pouco da interessante cosmovisão dos antigos hindus:

“Da Transcendência, que se chama Krishnaloka, emana uma refulgência deslumbrante que se assemelha à cauda de um cometa. Essa refulgência deslumbrante é ilimitada, imensurável e insondável. Dentro dessa refulgência existem inumeráveis planetas brilhantes, cada um dos quais é auto-iluminado. Em algum lugar, uma parte limitada desta refulgência deslumbrante é coberta pela energia material, assim como uma parte do céu é coberta por uma nuvem. Dentro dessa energia material existem inumeráveis universos, em cada universo existem inumeráveis planetas materiais, e a Terra é um desses planetas. Assim, podemos compreender quão insignificante parte do cosmos é este globo em que vivemos.”

Hare Krishna!



***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO – Mensageiros do Vento
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A CIÊNCIA SAGRADA - Jnanavatar Swami Sri Yukteswar Giri



Esse é o livro mais sábio e profundo que já tive a oportunidade de ler. Foi escrito em 1894, por solicitação de Mahavatar Babaji, que na ocasião conferiu ao autor o título de Swami. Posteriormente o autor ingressou formalmente na ordem dos Swamis, adotando o nome de Sri Yukteswar, do ramo Giri (Montanha). Tempos depois, tornou-se o guru de Yogananda, o primeiro Yogue a trazer a Yoga para o Ocidente. Foi Yogananda quem primeiro chamou Sri Yukteswar de “Jnanavatar”, a “encarnação da sabedoria”.

O objetivo dessa pequena obra-prima (são menos de 100 páginas) é claramente expresso na introdução:

“O objetivo deste livro é mostrar tão claramente quanto possível, que há uma unidade essencial em todas as religiões; que não há diferença nas verdades incutidas pelas várias crenças; que há apenas um método pelo qual o mundo, tanto externo quanto interno, evolui; e que há uma só meta admitida por todas as escrituras. Mas esta verdade básica não é compreendida tão facilmente. A discórdia existente entre as diversas religiões e a ignorância dos homens, tornam quase impossível levantar o véu e vislumbrar esta grande verdade. Os credos alimentam um espírito de hostilidade e dissensão; a ignorância alarga o abismo que separa um credo do outro. Só algumas pessoas especialmente dotadas podem sobrepor-se à influência de suas crenças declaradas e perceber a absoluta unanimidade existente nas verdades propagadas por todas as grandes religiões.”

O livro divide-se em quatro seções. Na primeira delas, o autor traça um portentoso paralelo entre os Vedas hindus e o complexo e tão pouco compreendido Livro do Apocalipse.

Para absorver o máximo dessa obra magnífica, vou resenhar passo a passo, à medida que for lendo (voltei a ler do princípio).

Jai Guru!!!



Livres de Kali Yuga

Ainda na introdução, Swami Sri Yukteswar explica de forma sucinta e espetacular o conceito de “Eras” ou “Yugas”. Assim como a Lua gira em torno da Terra, e a Terra em torno do Sol, o nosso Sol também gira ao redor de uma outra estrela (Alcione) e executa um movimento ainda mais amplo com relação ao centro da Galáxia. Esse movimento do Sol é associado com o fenômeno da “precessão dos equinócios”, que faz com que o Sol pareça recuar na Eclíptica, do ponto de vista dos observadores na Terra.

Esses temas vêm ganhando progressiva atenção nos dias atuais, pois estão intimamente relacionados com as chamadas “profecias maias”, que também se baseiam na trajetória do Sol com relação ao centro da Galáxia.

A teoria dos “Yugas” é bem simples em sua essência: quanto mais próximo do centro da Galáxia estiver o Sol, mais desenvolvida estará a consciência da humanidade.

Em Kali Yuga o Sol encontra-se no trecho mais afastado do Centro. Durante esse período, a mente humana nada pode compreender além da materialidade mais grosseira. A fantástica contribuição de Swami Sri Yukteswar foi detectar um erro de cálculo ocorrido durante a verdadeira Kali Yuga (que o sábio situa entre 700 a.C. e 1.700 d.C.), fez com que essa era fosse calculada com a duração de 432 mil anos, quando sua duração de fato é de “apenas” mil e duzentos anos (duplicado para dois mil e quatrocentos anos por seguir a fase ascendente à descendente). Só por essa contribuição “A Ciência Sagrada” já mereceria figurar entre os grandes tesouros do conhecimento humano, por nos livrar da sombria perspectiva de 400 mil anos de trevas!

Segundo Sri Yukteswar, o ponto mais baixo da trajetória do Sol ocorreu em 500 depois de Cristo. Se observarmos a história humana conhecida, veremos que esse foi um período de retrocesso e ignorância sem igual.

A era seguinte, Dwapara Yuga, permite ao homem compreender fenômenos mais sutis como a eletricidade e o magnetismo. Não é a toa que as primeiras descobertas da ciência a respeito tenham ocorrido entre 1.600 e 1.700 d.C., justamente na transição entre Kali e Dwapara.

Dwapara sinaliza ainda um grande avanço da ciência, com invenções que “anulam a ilusão da distância”, e um crescente florescimento das mulheres no poder.

Em Treta Yuga a mente torna-se familiarizada com fenômenos como a telepatia e a clarividência. E finalmente, em Satya Yuga, o homem torna-se capaz de compreender toda a verdade a respeito do mundo.

Essas quatro eras alternam-se em ciclos ascendentes (como o que vivemos atualmente) e descendentes, quer o Sol esteja se aproximando do Centro ou dele se afastando.

A correspondência dessa explanação das Yugas com o calendário maia é verdadeiramente impressionante. Só não consegui encontrar um paralelismo perfeito na datação do momento atual, que para bater com a falada “Manhã Cósmica” das profecias maias deveria incidir em  plena Treta Yuga, e não em começos de Dwapara Yuga, como proposto por Swami Sri Yukteswar.

Essa questão há muito tempo me intriga, mas decidi pelo momento deixá-la de lado. Está próximo o tempo de saber a resposta!

Jai Guru!


***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:


Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
***///***
MANIFESTO: LEIA AGORA (porque não existe outro momento):

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

KRISHNA, Reservatório de Prazer – Swami Prabhupada



“Qual é a diferença entre um corpo vivo e um corpo morto?”

Essa foi a pergunta que Prabhupada fez aos cientistas de uma universidade nos Estados Unidos, onde ele foi fazer uma palestra. Para ele, é estranho que a ciência avance tão vertiginosamente e ainda não tenha chegado a uma definição satisfatória de “vida” e nem saiba responder à simples pergunta acima.

Uma característica comum a toda vida é buscar o prazer e fugir da dor. No caso do homem, qual será o prazer definitivo, que vale a pena buscar? Um prazer que não seja maculado pela frustração, pela ira ou pela desilusão, como acontece com todos os prazeres baseados na satisfação dos sentidos?

Esse prazer supremo é a comunhão com Deus. Prabhupada ensina dois caminhos para alcançar essa união:

1) a prática de namasmarana: o canto ou recitação do Nome do Senhor, principalmente do mahamantra “Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare”.

2) a ingestão unicamente de alimentos previamente consagrados a Deus, que Prabhupada chama de “prasada” (do sânscrito “misericórdia).

Essas duas práticas são mesmo muito boas! Todas as vezes em que fui a um templo Hare Krishna, voltei de lá mais feliz, mais elevado em consciência. Se o movimento incentivasse também a prática da meditação (dhyana), seria perfeito para mim!

É claro que quando Prabhupada afirma que esse é o único caminho para alcançar Deus e a felicidade, só pode estar falando em termos simbólicos. É a mesma coisa quando Jesus afirma que é o caminho, a verdade, a vida. Só existe mesmo um caminho para encontrar Deus, e esse caminho passa por dentro de cada um. É dentro do próprio coração que o homem descobre a essência de Krishna ou Cristo ou Buda ou Alá ou Oxalá!

Supor que uma só dessas “traduções” da divindade é a certa, e que todas as outras estão erradas, é o erro mais grosseiro e mais comum que pode cometer um buscador de Deus. É o que gera a intolerância, as guerras religiosas, e tanto sofrimento no mundo. É, portanto, um dever para consigo mesmo e para com toda a humanidade libertar-se desse erro de julgamento o quanto antes!

Viva Krishna!
Viva Cristo!
Viva Jeová!
Viva Alá!
Viva Oxalá!

São apenas diferentes nomes para o Amor!




***///***
Aproveito para convidar você a conhecer o livro O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/
 
LEIA AGORA (porque não existe outro momento):


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...